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Aprovada instruções para a Declaração da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS ANO-BASE 2018.



PORTARIA N° 39, DE 14 DE FEVEREIRO DE 2019

PORTARIA N° 39, DE 14 DE FEVEREIRO DE 2019

Estão obrigados a declarar a RAIS:

– empregadores urbanos e rurais, conforme definido no art. 2º da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e no art. 3º da Lei nº 5.889, de 8 de junho de 1973, respectivamente;
– filiais, agências, sucursais, representações ou quaisquer outras formas de entidades vinculadas à pessoa jurídica domiciliada no exterior;
– autônomos ou profissionais liberais que tenham mantido empregados no ano-base;
– órgãos e entidades da administração direta, autárquica e fundacional dos governos federal, estadual, do Distrito Federal e municipal;
– conselhos profissionais, criados por lei, com atribuições de fiscalização do exercício profissional, e as entidades paraestatais;
– condomínios e sociedades civis; e
– cartórios extrajudiciais e consórcios de empresas.
– O estabelecimento inscrito no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ que não manteve empregados ou que permaneceu inativo no ano-base está obrigado a entregar a RAIS – RAIS NEGATIVA – preenchendo apenas os dados a ele pertinentes.
– A exigência de apresentação da RAIS NEGATIVA a que se refere o §1º da portaria Nº 39/14/02/2019 do artigo 2º não se aplica ao Microempreendedor Individual de que trata o art. 18-A, §1º da Lei Complementar nº 123/2006.

O prazo para a entrega da declaração da RAIS inicia-se 2 (dois) dias a partir da publicação da Portaria nº 39, 15/02/2019 e encerra-se no dia 5 de abril de 2019, sendo assim inicia-se 18/02/2019.

Link: https://www.tributa.net/aprovada-instrucoes-para-a-declaracao-da-relacao-anual-de-informacoes-sociais-rais-ano-base-2018

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Entrega da ECD Dispensa a Autenticação dos Livros Contábeis



Decreto 8.683/2016

O Decreto 8.683/2016 dispensa a autenticação dos livros contábeis, quando a mesma for realizada através da ECD – Escrituração Contábil Digital.

A autenticação poderá ser feita por meio do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED de que trata o Decreto 6.022/2007, mediante a apresentação da respectiva ECD.

A autenticação dos livros contábeis digitais será comprovada pelo recibo de entrega emitido pelo SPED.

São considerados autenticados os livros contábeis transmitidos pelas empresas ao Sistema Público de Escrituração Digital –SPED, ainda que não analisados pela Junta Comercial, mediante a apresentação da escrituração contábil digital.

Link: https://guiatributario.net/2019/02/15/entrega-da-ecd-dispensa-a-autenticacao-dos-livros-contabeis/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Atualização do Código de Ética do profissional da contabilidade é publicado no DOU



Segundo o presidente do CFC, Zulmir Breda, entre os principais objetivos, a atualização busca combater a mercantilização  da profissão contábil. “Queremos combater a publicidade que deprecie e desmereça a atuação do profissional da contabilida

A atualização do Código de Ética do Profissional da Contabilidade foi publicado nesta quinta-feira (14), no Diário Oficial da União. Veja a íntegra do texto aqui:

NBCPG01_2019_PG84Baixar

NBCPG01_2019_PG85 (2)Baixar

Segundo o presidente do CFC, Zulmir Breda, entre os principais objetivos, a atualização busca combater a mercantilização da profissão contábil. “Queremos combater a publicidade que deprecie e desmereça a atuação do profissional da contabilidade. Em qualquer modalidade ou veículo de comunicação, dos serviços contábeis, ela deve primar pela sua natureza técnica e científica, sendo vedada a prática da mercantilização”, disse.

No dia 7 de fevereiro, o texto foi aprovado pelo plenário do Conselho Federal de Contabilidade. As alterações foram realizadas por uma comissão, criada em 2017, que, em 2018, avaliou mais de 100 sugestões enviadas pela classe contábil, fruto de audiência pública promovida em fevereiro do ano passado.

Durante a Reunião Plenária, o vice-presidente Técnico do CFC, Idésio Coelho, apresentou as alterações e também explicou que as mudanças alinham o Código de Ética aos padrões internacionais de ética. O Código se aplica, também, às prerrogativas profissionais dos técnicos em contabilidade.

O texto entrará em vigor a partir de 1º de junho de 2019.

Link: https://cfc.org.br/noticias/atualizacao-do-codigo-de-etica-do-profissional-da-contabilidade-e-publicado-no-dou/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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PIS e COFINS Não Cumulativos: Como São Tributadas as Receitas Financeiras?



As receitas financeiras não estão elencadas entre as receitas excluídas do regime de apuração não cumulativa do PIS e da COFINS, e, portanto, sujeitam-se ao regime de apuração a que a pessoa jurídica beneficiária estiver submetida.

As receitas financeiras não estão elencadas entre as receitas excluídas do regime de apuração não cumulativa do PIS e da COFINS, e, portanto, sujeitam-se ao regime de apuração a que a pessoa jurídica beneficiária estiver submetida.

Subordinam-se ao regime de apuração não cumulativa da contribuição as receitas financeiras auferidas por pessoa jurídica que não foi expressamente excluída desse regime, ainda que suas demais receitas se submetam, parcial ou mesmo integralmente, ao regime de apuração cumulativa.

Desta forma, para empresas tributadas pelo Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real, quando não excluídas do regime não cumulativo, devem tributar as receitas financeiras pelo PIS e a COFINS, sob as alíquotas de 0,65% e 4%, respectivamente.

Bases: Lei nº 10.833, de 2003, arts. 10, XXV, § 2º, e 15, V; Decreto nº 8.426, de 2015 e Solução de Consulta Disit/SRRF 4.005/2019.

Link: https://www.tributa.net/pis-e-cofins-nao-cumulativos-como-sao-tributadas-as-receitas-financeiras

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Pequenas Empresas Podem Aproveitar a Reforma Trabalhista Para ter a Mão de Obra que Nunca Teve



A Reforma Trabalhista criou, através do § 3º do art. 443 da CLT uma nova modalidade de contrato de trabalho, o intermitente, no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de pre

A Reforma Trabalhista criou, através do § 3º do art. 443 da CLT uma nova modalidade de contrato de trabalho, o intermitente, no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade.

A Lei 13.467/2017 trouxe também nova redação ao art. 4º-A da Lei 6.019/74, estabelecendo que considera-se prestação de serviços a terceiros a transferência feita pela contratante da execução de quaisquer de suas atividades, inclusive sua atividade principal (atividade-fim), à pessoa jurídica de direito privado prestadora de serviços que possua capacidade econômica compatível com a sua execução.

Outro fator importante e que pode ser objeto de exploração das pequenas empresas no que tange a redução de custo e aproveitamento de mão-de-obra, é a possibilidade de unir a contratação de empregado mediante a utilização de dois mecanismos criados pela Reforma Trabalhista, o trabalho intermitente e o teletrabalho.

De acordo com o art. 6º da CLT, os pressupostos da relação de emprego não se distinguem entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância.

Sob este viés, não há impedimentos legais se o empregador optar por contratar o empregado mediante contrato intermitente e, considerando as atividades a serem desenvolvidas, fazê-lo mediante a prestação de serviços por meio do teletrabalho.

Clique aqui e veja algumas mudanças importantes promovidas pela Reforma Trabalhista que possibilitam que as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) possam gerir melhor suas atividades empresariais e diminuir os riscos de passivos trabalhistas.

Link: https://trabalhista.blog/2019/02/15/pequenas-empresas-podem-aproveitar-a-reforma-trabalhista-para-ter-a-mao-de-obra-que-nunca-teve/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Perito contábil: o prazo para prestação de contas ao EPC termina no dia 28



Manter-se atualizado é importante para qualquer categoria. E, na Contabilidade, há várias formas de turbinar a carreira com os cursos de capacitação que são oferecidos no país.

Manter-se atualizado é importante para qualquer categoria. E, na Contabilidade, há várias formas de turbinar a carreira com os cursos de capacitação que são oferecidos no país.

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) dispõe, desde 2003, do Programa de Educação Profissional Continuada (PEPC) para que os profissionais da contabilidade ampliem os conhecimentos e as competências técnicas.

A Educação Continuada trouxe para o contador um leque de oportunidades para que ele externe suas habilidades multidisciplinares, promova a elevação do comportamento social, moral e ético e atue com mais profissionalismo em atividades, como, por exemplo, a de auditoria independente e perícia contábil.

Em 2016, foi criado, pelo CFC, por meio da Resolução CFC nº 1502 alterada, posteriormente, pela Resolução CFC nº 1513, o Cadastro Nacional de Peritos Contábil (CNPC), que é composto, atualmente, de 6.378 peritos.

Para ingressar no CNPC, o contador deve prestar o Exame de Qualificação para Perito Contábil, que tem o objetivo de aferir o nível de conhecimento e a competência técnico-profissional.

Já inscrito no cadastro, o perito deve cumprir, anualmente, segundo a NBC PG 12, os 40 pontos exigidos pelo Programa de Educação Continuada. Vale ressaltar que, com o nome no Cadastro, o profissional entra para uma seleta lista de profissionais, que fica à disposição do Judiciário brasileiro, podendo ser escolhido para atuar como perito contábil.

Pela definição da Norma Brasileira da Contabilidade, a perícia contábil é “o conjunto de procedimentos técnico-científicos destinados a levar à instância decisória de elementos de prova necessários a subsidiar a justa solução do litígio ou constatação de fato, mediante laudo pericial contábil e/ou parecer técnico-contábil, em conformidade com as normas jurídicas e profissionais e com a legislação específica no que for pertinente”.

Ainda dá tempo para prestar contas!

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) prorrogou o prazo para a prestação de contas para o dia 28 de fevereiro. O Sistema, para que o profissional possa prestar contas ao PEPC, está disponível e pode ser acessado aqui.

A vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CFC, Lucélia Lecheta, avisa que “a condição de manutenção do CNPC é o cumprimento do Programa de Educação Profissional Continuada”. Ainda, segundo ela, “se o perito não prestar contas, ele sairá automaticamente do cadastro e, para retornar, será necessário prestar um novo exame”.

Link: https://cfc.org.br/noticias/perito-contabil-o-prazo-para-prestacao-de-contas-ao-epc-termina-no-dia-28/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Aprovado Novo Código de Ética Profissional do Contador



Norma Brasileira de Contabilidade NBC 1/2019

Através da Norma Brasileira de Contabilidade NBC 1/2019 o Conselho Federal de Contabilidade determinou as novas normas relativas ao Código de Ética Profissional do Contador.

Dentre os deveres do profissional, estão o sigilo, zelo, diligência, honestidade, independência profissional, entre outros.

O profissional deve observar, no que couber, o Código de Defesa do Consumidor, especialmente no que concerne à informação adequada e clara sobre os serviços a serem prestados, e a Lei de Propriedade Industrial que dispõe sobre crimes de concorrência desleal.

A nova norma entra em vigor no dia 01.06.2019.

Link: https://boletimcontabil.wordpress.com/2019/02/14/aprovado-novo-codigo-de-etica-profissional-do-contador/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Receita Federal alerta empregadores do grupo 2 para o cumprimento da 4ª fase do eSocial



Nessa fase haverá a substituição da GFIP para recolhimento de Contribuições Previdenciárias referente a competência de abril/2019

Após o fechamento da primeira folha de pagamento na nova sistemática do eSocial, as empresas de médio porte definidas como 2º grupo, cujo faturamento ficou entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões em 2016 e que não sejam optantes pelo Simples Nacional, devem se preparar para a fase 4: substituição da GFIP para recolhimento de Contribuições Previdenciárias referente à competência de abril/2019.

A Receita alerta para o risco de as pessoas deixarem para enviar as informações nos últimos dias, pois muitos contribuintes podem encontrar dificuldades devido ao acúmulo de acessos ao sítio do eSocial.
O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) vai substituir até 15 obrigações periódicas para os empregadores brasileiros, reduzindo custos e melhorando o ambiente de negócios do país.

O primeiro grupo de empregadores já completou o processo de migração para o novo sistema. São 13 mil grandes empresas e 11,5 milhões de trabalhadores.

Link: http://receita.economia.gov.br/noticias/ascom/2019/fevereiro/receita-federal-alerta-empregadores-do-grupo-2-para-o-cumprimento-da-4a-fase-do-esocial

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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ICMS – ST 2019: como transformar ressarcimento tributário em receita?



O ano de 2019 começa com algumas novidades no regime de substituição tributária que vão impactar a rotina das empresas

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) tornou-se obsoleto? Há uma tendência em dizer que sim se usarmos como base os avanços tecnológicos e as mudanças em curso da nossa economia. Mas para ter certeza, é preciso olhar para a arrecadação. Então, vamos lá. O estudo “ICMS – crise federativa e obsolescência”, do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), aponta que nos últimos 30 anos, a fatia do imposto na Carga Tributária Brasileira caiu de 24% para 20% em 2017. A redução parece pouca para você? Se analisarmos a evolução história do ICMS x Carga Tributária, a participação do imposto era de 33% em 1970.

Além de ter o um pedaço de bolo cada vez menor, o procedimento de ressarcimento do ICMS ainda é um obstáculo - do ponto de vista de controle de dados e segurança jurídica – para contribuintes e Fisco. E o ano de 2019 começa com algumas novidades no regime de substituição tributária que vão impactar a rotina das empresas.

A publicação do Convênio ICMS 142/2018, que substituiu o Convênio ICMS 52/2017, parcialmente suspenso por decisão do STF, trouxe mudanças no regime de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do imposto sobre operações interestaduais, que serão tratados em convênios específicos celebrados entres as unidades federativas e segmentos de mercadorias. Com a nova regra, as empresas devem se atentar para o tempo de recolhimento do ICMS e ao rígido controle que é feito pela Receita Federal, que passa a ter uma ferramenta para ampliar a visibilidade e a transparência das informações prestadas durante o processo de ressarcimento.

Os Estados que já adotaram as novas regras, que estão em vigor desde 1 de janeiro de 2019, foram São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Essas unidades federativas representam um grupo que mais arrecadam o imposto. São Paulo, que possui a CAT 42/2017, portaria que prevê a regulamentação do procedimento de ressarcimento do imposto retido por substituição tributária no estado, é o campeão em arrecadação desse imposto e somou R$ 116 bilhões entre janeiro e agosto do ano passado.

Todas essas mudanças colocam mais um ponto de atenção para as empresas brasileiras, que se acostumaram, obrigatoriamente, a lidar com o caótico sistema tributário do Brasil e as sucessivas alterações de normas fiscais. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), editamos uma média de 760 normas por dia e, ao longo de um ano, as companhias gastam 1.958 horas/mês para atender as exigências do Fisco. Se esses números não assustam, saiba que pagar imposto no setor privado consome R$ 60 bilhões de seus orçamentos por ano.

Como evitar esse gargalo e reduzir esses custos? A alternativa é investir em inteligência tributária para ajudar na gestão fiscal e na otimização de processos manuais, que têm grande potencial para gerar inconsistências no momento da apuração e do envio à Administração Pública. Quem optar por esse caminho entrará em uma jornada de segurança de dados e compliance fiscal.

Todos esses benefícios vão trazer maior controle e confiabilidade das informações. Mas não é só isso. Com apoio da tecnologia, será possível diminuir a incidência de erros e dará musculatura para as companhias que estão em busca de potencializar o regime de substituição tributária e engajar-se em uma nova cultura: a de pagar menos imposto. O resultado dessa ação é imediato: aumento de produtividade e de receitas, ao mesmo tempo em que ficam livres da ameaça constante de autuação do Fisco. Outra vantagem é a possibilidade de realocar recursos para outras áreas mais estratégicas da empresa, visando a um ganho em competitividade.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/icms-st-2019-como-transformar-ressarcimento-tributario-em-receita/127762/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Tributação de negócios digitais



É inegável que os avanços tecnológicos inerentes à nova economia digital impõem desafios em matéria de regulação, controle e fiscalização, obrigando o legislador, operadores do direito e, principalmente, os empreendedores, a se desdobrarem na b

É inegável que os avanços tecnológicos inerentes à nova economia digital impõem desafios em matéria de regulação, controle e fiscalização, obrigando o legislador, operadores do direito e, principalmente, os empreendedores, a se desdobrarem na busca por um ambiente sólido e seguro de desenvolvimento de negócios. Contudo, a realidade, especialmente em se tratando da seara tributária, tem mostrado que, ao menos diante do cenário atual, é impossível se falar em um ambiente de negócios sólido e dotado de segurança jurídica.

Nos debates a respeito da tributação de negócios digitais, cujos eventos ocorrem quase que semanalmente, nota-se que, em grande parte, as controvérsias a respeito da tributação de negócios digitais, concentram-se na área da tributação sobre o consumo.

São conhecidos os conflitos de competência entre Estados e municípios em se tratando da tributação pelo ICMS e/ou ISS, respectivamente. Esse conflito ganhou novos contornos em função das recentes alterações legislativas em âmbito estadual, visando alcançar a tributação das operações com softwares, programas, jogos eletrônicos, aplicativos, arquivos eletrônicos, entre outros.

É de extrema importância a redação de contratos, termos de uso e demais documentos inerentes à atividade desenvolvida

Entretanto, a questão pode se mostrar mais complexa que esta discussão de competência, cuja potencial solução poderia envolver a esperada reforma tributária. Na realidade, o ponto central é que as inovações tecnológicas trazem com elas dificuldades quanto a definição da natureza jurídica destas atividades, e, por consequente, para efeitos de tributação.

Dentro deste contexto, se tem detectado dificuldade de se estabelecer diferenciação entre a funcionalidade do aplicativo e a forma como este é disponibilizado (usualmente mediante licença do software que oferece determinada facilidade). Sendo que o modelo de remuneração ou precificação acaba por complicar ainda mais tal definição.

São grandes as consequências em se considerar que a natureza da atividade exercida nesses casos envolve o simples licenciamento do software em que se baseia o aplicativo e sua facilidade ou se, a natureza da atividade se confunde com a facilidade ofertada, por exemplo, intermediar serviços de transporte, fornecimento de hospedagem, refeições, monitorar bens e pessoas ou mesmo coletar dados e fornecer relatórios.

A precificação ou modelo de cobrança em que se baseiam tais atividades, acaba por ser mais um elemento a contribuir para tal discussão. Isto porque ao realizar a cobrança usando taxas mensais, percentuais fixados sobre o valor transacionado pelas partes usuárias (como ocorre normalmente no caso dos aplicativos de hospedagem), se passa a impressão de que a atividade não é de licenciamento, mas sim outra, como a intermediação. Mas estaria correta tal conclusão?

Tomando como base o exemplo dos aplicativos de hospedagem, seria a relação jurídica de mera licença do software em que se baseia o aplicativo ou verdadeiro serviço de intermediação entre locador e locatário, cuja remuneração decorre da aproximação das partes via aplicativo, mediante cobrança de comissão.

Voltar-se à facilidade ofertada pelo software desenvolvido dentro das características analisadas, nos parece resultará em tornar inócua a tentativa de se tributar, seja por ISS, seja pelo ICMS, o licenciamento de software. E assim pensamos, porque, invariavelmente, todo software oferece uma facilidade, de modo que se a definição da natureza jurídica da atividade exercida por meio dessa tecnologia levar em conta apenas a facilidade ofertada, quase como regra, não haveria atividade de licenciamento a se tributar.

Por outro lado, não se pode simplesmente tomar como premissa que toda e qualquer atividade precipuamente baseada em um software tenha a natureza jurídica de um mero licenciamento, principalmente se a ferramenta for um mero meio de consecução de determinada atividade-fim.

Logo, o que se vê é que mesmo se afastando dos conflitos de competência inerentes à tributação da economia digital, dúvidas se colocam até mesmo no momento em que se pretende enquadrar determinado negócio jurídico para efeitos de tributação sobre consumo.

A nosso ver, imprescindível definir se a contratação se refere ao simples acesso à ferramenta, ou se esta é mero meio para o atingimento de outro fim que efetivamente foi o que levou à contratação. Nesse cenário, é de extrema importância a redação de contratos, termos de uso e demais documentos inerentes à atividade desenvolvida, como vistas a facilitar o entendimento de sua natureza, especialmente por parte das autoridades fiscais.

Link: https://www.tributa.net/tributacao-de-negocios-digitais

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Redução no Adicional de Insalubridade é Válida se Houver Redução dos Riscos



A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) decidiu que a diminuição no grau do adicional de insalubridade recebido por uma empregada de um hospital não foi irregular ou discriminatória.

A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) decidiu que a diminuição no grau do adicional de insalubridade recebido por uma empregada de um hospital não foi irregular ou discriminatória.

Os desembargadores avaliaram que a alteração está de acordo com as mudanças verificadas nas condições de trabalho da empregada. A decisão manteve o entendimento da sentença da juíza Ana Paula Kotlinsky Severino, da 29ª Vara do Trabalho de Porto Alegre.

Conforme as informações do processo, a trabalhadora teve seu adicional de insalubridade reduzido do grau máximo para o médio em março de 2017.

A empregada ajuizou a reclamatória trabalhista alegando que a diminuição foi discriminatória, pois atingiu apenas 12 trabalhadores de um total de 60 que, segundo ela, atuavam no mesmo setor e exerciam a mesma função.

Contudo, a juíza Ana Paula Kotlinsky Severino observou que as atividades desempenhadas pela empregada no hospital – o recebimento, a separação e a distribuição de roupas lavadas e esterilizadas – não envolvem condições de trabalho insalubres no grau máximo.

A magistrada decidiu que a redução não apresenta qualquer irregularidade e nem revela conduta discriminatória, pois o adicional de insalubridade “se trata de salário-condição, devido apenas enquanto se verificar a situação fática que enseja o seu pagamento”.

A trabalhadora interpôs um recurso ordinário para contestar a decisão no segundo grau, reforçando o pedido de equiparação salarial com os trabalhadores que seguiram recebendo o adicional de insalubridade no grau máximo.

Ao analisar o processo, os desembargadores da 4ª Turma constataram que o hospital manteve um rodízio entre os 60 empregados do setor de processamento de roupas, que atuaram nas áreas de roupas limpas e de roupas sujas até o final de 2016.

A partir de 2017, apenas os auxiliares técnicos em higienização hospitalar permaneceram nas áreas onde havia roupa suja, e os auxiliares gerais, caso da empregada que ajuizou a reclamatória, passaram a trabalhar somente nas áreas com roupas já higienizadas e esterilizadas.

Com base nessas informações, a relatora do acórdão, desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse, concluiu que os 60 trabalhadores do setor não exercem todos a mesma função, e que, com a mudança ocorrida, a empregada deixou de estar exposta a condições de trabalho que justificassem o grau máximo de insalubridade.

O acórdão manteve o entendimento do primeiro grau, julgando que a mudança não foi discriminatória e nem contrária ao artigo 468 da CLT, o qual proíbe a alteração contratual lesiva ao empregado.

“Art. 468. Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e, ainda assim, desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia.

……”

A decisão já transitou em julgado e, portanto, não cabem mais recursos contra ela.

Link: https://trabalhista.blog/2019/02/14/reducao-no-adicional-de-insalubridade-e-valida-se-houver-reducao-dos-riscos/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37222

Restituição de pagamentos indevidos no REFIS – PIS/COFINS sobre descontos e cobrança de juros sobre multas exoneradas



Como se viu na última década, o Poder Público criou diversos programas de parcelamentos incentivados de débitos – REFIS da Crise, REFIS das Financeiras, REFIS da COPA, PRORELIT, PRT, PERT, PPI, PPD, PEP do ICMS, entre outros.

Como se viu na última década, o Poder Público criou diversos programas de parcelamentos incentivados de débitos – REFIS da Crise, REFIS das Financeiras, REFIS da COPA, PRORELIT, PRT, PERT, PPI, PPD, PEP do ICMS, entre outros. À medida que surge um parcelamento novo, as normas se tornam cada vez mais complexas, de difícil aplicação e com consequências práticas nefastas a quem sair da linha. Para piorar o cenário, o Fisco costuma adotar posturas tendenciosas a fim de mitigar a perda com a arrecadação por conta dos descontos concedidos.

A esse respeito, existe a possibilidade de os contribuintes reaverem o que foi pago indevidamente diante das exigências decorrentes das posturas tendenciosas do Fisco Federal. Essas posturas tendenciosas são notáveis na exigência de PIS/COFINS sobre os descontos de multa e juros obtidos nesses parcelamentos, bem como no cômputo dos juros moratórios sobre as multas exoneradas nos parcelamentos. O ambiente em relação a ambas as discussões é favorável aos contribuintes.

O entendimento da Receita Federal pela cobrança do PIS/COFINS, consignado na Solução de Consulta nº 17/2010, é contrário à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (“STF”), a qual determina que, para fins de tributação dessas contribuições, é necessária a configuração de ingresso financeiro que se integre ao patrimônio na condição de elemento novo e positivo. Se o perdão em parcelamentos incentivados constitui apenas uma redução de dívida (redução de passivo), não havendo qualquer ingresso financeiro novo, não haveria que se falar em incidência do PIS e COFINS.

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (“CARF”), órgão máximo de julgamento administrativo federal, também já teve a oportunidade de julgar essa questão favoravelmente aos contribuintes. Na mesma linha, foram prolatadas decisões judiciais recentes que afastaram a tributação. Portanto, caso o contribuinte tenha sujeitado os abatimentos recebidos em parcelamentos incentivados à tributação do PIS e COFINS, é possível reaver os valores pagos indevidamente a tais títulos. O prazo para reaver esses valores depende do momento em que o contribuinte ofereceu os descontos à tributação do PIS/COFINS.

Outra discussão relevante refere-se à forma de cálculo adotada pela União Federal para a composição das parcelas a serem pagas nos parcelamentos incentivados federais. De acordo com o entendimento fazendário, são devidos os juros sobre as multas exoneradas no programa de parcelamento incentivado. O incoerente entendimento é contrário à lógica de que o acessório segue o principal, eis que, se a multa foi cancelada ou reduzida, os juros também deveriam ser, já que não haveria mora em relação ao que deixou de existir. Em recente julgado, o Superior Tribunal de Justiça (“STJ”) afastou a incidência dos juros sobre as multas perdoadas, conferindo respaldo à pretensão dos contribuintes para reaverem o que pagaram indevidamente. O prazo final para exercer o direito de reaver tais valores depende de como o contribuinte aderiu ao parcelamento.

Enfim, o fato é que os valores envolvidos nas duas discussões podem ser consideráveis e os contribuintes podem perder o direito à restituição se não se atentarem ao prazo prescricional de 5 anos contados do pagamento indevido. Cabe aos contribuintes exercer o seu direito à restituição dentro do mencionado prazo.

Link: http://www.deducao.com.br/index.php/restituicao-de-pagamentos-indevidos-no-refis-pis-cofins-sobre-descontos-e-cobranca-de-juros-sobre-multas-exoneradas/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37217

Publicada nova versão do Manual de Orientação para o Empregador e Desenvolvedor - GRFGTS



Versão 5.0 foi disponibilizada no portal da CAIXA

Foi publicada pela CAIXA a versão 5.0 do Manual de Orientação para o Empregador e Desenvolvedor - GRFGTS. A nova versão traz revisões e adequações do texto, além de atualizações dos web services.

O link para a nova versão está disponível na página de Documentação Técnica do portal do eSocial.

Link: http://portal.esocial.gov.br/noticias/caixa/publicada-nova-versao-do-manual-de-orientacao-para-o-empregador-e-desenvolvedor-grfgts

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37216

Utilização da EFD-Reinf via Procuração – Perfil Exclusivo de Acesso



Como veiculado em 23/10/2018 e em 04/02/2019, em “Destaques” na página da EFD-Reinf, para a utilização, por procuração, da EFD-Reinf é necessária exclusivamente a procuração no perfil “EFD-Reinf-Geral”.

Como veiculado em 23/10/2018 e em 04/02/2019, em “Destaques” na página da EFD-Reinf, para a utilização, por procuração, da EFD-Reinf é necessária exclusivamente a procuração no perfil “EFD-Reinf-Geral”.

Caso haja necessidade de acessar a EFD-Reinf através de procuração, tanto via Webservice, quanto via Portal Web da EFD-Reinf (eCAC), deve ser utilizado, EXCLUSIVAMENTE, o perfil “EFD-Reinf-Geral”, que está disponibilizado desde 23/10/2018.

Atenção: Serão desativados a partir de 21/02/2019 os seguintes perfis:

Lembrando que, para contribuintes que não possuem software específicos via WebService, poderão transmitir as informações através do Portal Web da EFD-Reinf, através do eCAC da Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Link: https://trabalhista.blog/2019/02/13/utilizacao-da-efd-reinf-via-procuracao-perfil-exclusivo-de-acesso/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37215

PIS e COFINS Não Cumulativos: Como São Tributadas as Receitas Financeiras?



Lei nº 10.833, de 2003, arts. 10, XXV, § 2º, e 15, V; Decreto nº 8.426, de 2015 e Solução de Consulta Disit/SRRF 4.005/2019

As receitas financeiras não estão elencadas entre as receitas excluídas do regime de apuração não cumulativa do PIS e da COFINS, e, portanto, sujeitam-se ao regime de apuração a que a pessoa jurídica beneficiária estiver submetida.

Subordinam-se ao regime de apuração não cumulativa da contribuição as receitas financeiras auferidas por pessoa jurídica que não foi expressamente excluída desse regime, ainda que suas demais receitas se submetam, parcial ou mesmo integralmente, ao regime de apuração cumulativa.

Desta forma, para empresas tributadas pelo Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real, quando não excluídas do regime não cumulativo, devem tributar as receitas financeiras pelo PIS e a COFINS.

Bases: Lei nº 10.833, de 2003, arts. 10, XXV, § 2º, e 15, V; Decreto nº 8.426, de 2015 e Solução de Consulta Disit/SRRF 4.005/2019.

Link: https://guiatributario.net/2019/02/12/pis-e-cofins-nao-cumulativos-como-sao-tributadas-as-receitas-financeiras/

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37231

CX: como implementar uma cultura voltada para o cliente



Empresas que implantarem sua tecnologia centrada no cliente de modo a refletir a empatia em seus usuários serão três vezes mais propensas a se manterem competitivas no meio digital, segundo a Gartner

Muitos executivos falam que possuem customer experience no seu projeto, mas é difícil ver isso de fato ser implementado. CX não pode ser considerado um fato esporádico, tratado como um evento em um determinado projeto. Para colocar a experiência do cliente como drive da companhia, isso deve fazer parte da cultura dela, o que requer uma mudança que impacte em toda a estrutura, exigindo, assim, preparo de toda a equipe. Em outras palavras, colocar o cliente no centro, de acordo com Gartner, é a capacidade que uma organização tem em entender os problemas e expectativas dos seus usuários, compreendendo o contexto dessas necessidades e entregando consistentemente produtos e serviços que atendam a essas expectativas.

Ser orientado a customer experience em uma startup que já nasceu empoderada com uma cultura na qual o cliente está no centro dos negócios e interesses da empresa é mais natural, mas como reestruturar uma empresa já consolidada para ter o usuário como centro da projetação?

Esse tem sido um dos grandes desafios dos bancos tradicionais nos últimos anos, por exemplo, com o nascimento de fintechs que oferecem serviços financeiros digitais pensados e consolidados em uma cultura com foco no usuário. Isso faz com que bancos tradicionais comecem um movimento de mudança para atender esse novo cenário.

Segundo Gartner, até 2020 empresas que implantarem sua tecnologia centrada no cliente de modo a refletir a empatia em seus usuários serão três vezes mais propensas a se manterem competitivas no meio digital. Enquanto isso, produtos e serviços que não promoverem boas experiências destruirão 30% dos projetos neste mesmo mercado.

Para empresas que almejam essa transição em suas organizações, sugiro iniciar essa mudança cultural consolidando uma estrutura que permite profissionais focados em user experience (UX), que tenham backgrounds distintos e que estejam constantemente pensando no rumo dos negócios e nas reais necessidades dos seus clientes. Pensar que um único profissional de UX conseguirá fazer com que toda essa mudança aconteça também pode ser um erro haja vista a quantidade de aspectos que precisam ser observados e contemplados, desde a pesquisa, a co-criação, a concepção, a testagem, de forma contínua e consistente. É preciso mais especialistas, com conhecimentos multidisciplinares, para pensarem e projetarem juntos essa experiência.

Esse time terá um olhar transversal na organização para ver o que está sendo feito e que impactam o cliente nos seus "n" pontos de contato, monitorando a interação com pessoas, processos, infraestrutura e olhando para todo o ecossistema a fim de constantemente melhorar, adaptar e evoluir no que for preciso.

Alguns exemplos de expertises e perfis de UX que vão somar habilidades ao seu time:

UX Researcher (especialista em pesquisa focada em UX) - É o especialista em entender problemas com foco nas pessoas e nos cenários (tecnológicos, de negócio, de comportamento). É capaz de juntar todos os pontos de vista dos envolvidos considerando o contexto em que eles estão inseridos, conseguindo estruturar um resultado e recomendações da pesquisa de forma objetiva e recorrente, para uma constante evolução dos produtos digitais.

UX Writer (especialista em redação para UX) - é expert em linguagem e tons de mensagem, é responsável por garantir que a linguagem utilizada em todos os canais de comunicação da marca seja consistente em relação ao propósito da empresa e bem compreendidos pelos clientes.

Service Designer (especialista em projetar a melhor experiência dos serviços) - é o responsável por mapear toda a jornada do cliente, considerando todos os pontos de contato com a marca. Esse profissional colabora na redução de chamados decorrentes de dúvidas de usabilidade, levantamento de oportunidades de melhoria, contribuindo com a escalabilidade dos times de operação.

Design System Ops (especialista em sistemas de design) - Esse designer é especialista na construção e manutenção do Design System do seu produto. Focando principalmente em aspectos de padronização de interface e usabilidade do produto, o trabalho deste profissional dá mais autonomia ao time de design e desenvolvimento e maior consistência e agilidade na evolução do produto digital.

Product Designer (especialista em entender as dores do negócio e dos clientes) - Foca no desenvolvimento de produtos digitais, levando em consideração as necessidades de negócios e dos usuários durante o processo de desenvolvimento.

UI Designer (especialista em design de interface) - é o designer que desenvolve interfaces, cuidando da parte "visível" do produto digital (interface gráfica) na qual o usuário interage, traduzindo, de maneira visual, a melhor interface de acordo com as guidelines da marca.

UX Designer (especialista na experiência do usuário) - O user experience planeja como o usuário vai se sentir ao utilizar determinada interface, quais serão as experiências e emoções que o cliente vai ter ao interagir com o produto.

É importante destacar que é possível dar os primeiros passos em direção a uma cultura centrada no cliente sem ter todos esses perfis de profissionais, mas pode-se ir formando um time aos poucos.

Como já dito antes, iniciativas ligadas à mudança de cultura de uma organização envolvem transformações no mindset das pessoas e também da postura, de ações e do comportamento que os colaboradores irão ter frente a um desafio. Pensando nisso, essa cultura deve ser orientada a centralização no cliente, independentemente da área de atuação ou profissional. Para isso, elencamos 5 passos para ajudar sua empresa na mudança da cultura:

Dissemine a cultura CX entre os líderes da sua organização: Quando os líderes entenderem o valor da cultura de CX na empresa ficará mais fácil de disseminar esses valores entre os colaboradores, isso é essencial para que aos poucos todos entendam o valor do design centrado nos clientes para os negócios.

Trabalhe o ágil: A cultura ágil oferece maior liberdade ao colaborador, aumentando a confiança e dando mais autonomia aos profissionais. Ela também permite uma maior adaptabilidade nos rumos do negócio, sendo possível responder com maior velocidade às demandas do mercado e dos clientes.

Crie um ambiente colaborativo: Incentive os funcionários a colaborarem e trazerem conhecimentos para diferentes áreas, compartilhem conteúdos e ideias. Ofereça workshops e palestras que incentivem esse comportamento.

Mostre o valor de CX: Mostre através de dados o valor de uma empresa quando se tem o cliente como centro da projetação. Mostre os avanços e comemore a cada passo dado.

Junte pessoas de diferentes áreas: Junte diferentes áreas da empresa para conversarem e discutirem eventuais problemas, lembre-se que tudo está integrado. Provavelmente um problema que possa estar acontecendo no seu call center seja facilmente solucionado se discutido com a área de produtos.

Um projeto de UX precisa estar sempre aberto para novos insights, novos olhares, pois está em constante evolução e transformação. Nós, como profissionais da área, também estamos aprendendo continuamente, por isso, estamos sempre abertos para tomar um café e conversar mais sobre o tema, falar dos nossos cases (ex: Bradesco, Cielo, banco Next, Sompo Seguros, SBT,...) e trocar experiências. Os passos mencionados acima são apenas algumas das formas em que podemos auxiliar na construção de uma cultura centrada no cliente.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cx-como-implementar-uma-cultura-voltada-para-o-cliente/127807/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37230

Como estar preparado para a possível reforma tributária?



Uma possível reforma tributária tem tido destaque nos noticiários de economia nos últimos meses e ganhou uma intensidade ainda maior nas últimas semanas. Isso porque o novo Governo precisa – e muito – mostrar para a sociedade mundial para que vei

Uma possível reforma tributária tem tido destaque nos noticiários de economia nos últimos meses e ganhou uma intensidade ainda maior nas últimas semanas. Isso porque o novo Governo precisa – e muito – mostrar para a sociedade mundial para que veio. Em recente viagem para o Fórum Econômico Mundial, na Suíça, os governantes tentaram convencer potenciais investidores internacionais a aplicar muitos bilhões de dólares por aqui. E uma das armas lançadas foram a simplificação e redução da carga tributária brasileira. Essas palavras, aliadas à maior objetividade da legislação tributária brasileira, é música para os ouvidos de quem quer investir.

Junto com a reforma da previdência, a reforma tributária deve ser um dos maiores desafios neste primeiro mandato. Aliás, desafios não faltam: como fazer mudanças sem reduzir a arrecadação? Como fica a repartição entre União, Estados e Municípios? Como mudar uma legislação complexa de uma hora para outra? Como funcionará a transição? Como convencer o poder legislativo a votar tantas mudanças?
Como equalizar os efeitos entre os diversos segmentos empresariais em nosso país? São essas e muitas outras polêmicas que precisam ser avaliadas. O debate público, com toda a população, precisa ser impulsionado, pois, no final, quem paga a conta são todos os cidadãos. Seja na hora de pagar o seu Imposto de Renda, seja na hora de comprar uma mercadoria no supermercado.

Mas os empresários, e sobretudo seus assessores, podem se preparar para essa reforma que está por vir? Primeiramente, é imperativo que saibamos reconhecer o momento atual, respondendo algumas perguntas: qual a carga tributária de sua empresa? Quanto se paga de cada imposto e a participação deles em seus resultados? Quanto a tributação impacta no preço de seus produtos e serviços? Quais as situações que estou me creditando? Tenho algum benefício fiscal? Enfim, um diagnóstico do peso dos tributos no demonstrativo de resultado de sua empresa é o primeiro passo. Após esse estudo, começa um jogo de especulações. Afinal, o que está por vir e como poderá impactar o meu negócio?

Destacaria 9 possíveis mudanças:

1. Desoneração da folha (similar à regra do CPRB que finaliza em 2020);
2. Unificação do PIS e COFINS, desconsiderando de sua base o ICMS e o ISS;
3. Créditos de PIS e COFINS similar às regras do IRPJ, com algumas limitações;
4. Menor benefício na sistemática atual dos Juros sobre Capital Próprio (JCP);
5. Tributação de Dividendos distribuídos;
6. Menor alíquota de IRPJ e CSLL;
7. Unificação de diversos tributos indiretos existentes;
8. Redução de benefícios fiscais dos quais não há contrapartida para a sociedade;
9. Tributação de movimentação de bancária, nos moldes do “fantasma” do CPMF.

Como disse há pouco, tudo isto é mera especulação, mas todos já citados pelo Governo. Enquanto isso, a PEC 294/04, já aprovada nas comissões especiais da Câmara, está pronta para ser votada. Ela simplifica a tributação, o que já é uma ajuda. Tanto no diagnóstico atual, como também estudar um cenário especulativo – como os nove casos citados – podem ser um excelente exercício para as empresas privadas neste momento.

Link: http://www.contabilidadenatv.com.br/2019/02/como-estar-preparado-para-a-possivel-reforma-tributaria/

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37229

Bolsa sobe 2,27% e dólar cai a R$ 3,74



O Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações mais negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, encerrou o pregão de hoje (14) em alta de 2,27%, aos 98.015 pontos. O recorde do índice, de 98.588 pontos, foi registrado no último dia 4.

O Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações mais negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, encerrou o pregão de hoje (14) em alta de 2,27%, aos 98.015 pontos. O recorde do índice, de 98.588 pontos, foi registrado no último dia 4.

Dentre as ações que compõem o Ibovespa, os papéis que mais valorizaram foram Magazine Luiza ON (5,87%), Sabesp ON (5,32%), e Banco do Brasil ON (5,11%). As maiores quedas ficaram por conta das ações da Suzano Papel (-1,79%), Mafrig ON (-0,53%), e Gol PN (-0,52%). Os papéis mais negociados foram os da Petrobras PN (3,45%), Banco do Brasil ON (5,11%), e ItauUnibanco (2,66%).

O dólar comercial fechou o dia em baixa de 0,33%, cotado a R$ 3,74. O Euro também desvalorizou. Caiu 0,7% e encerrou o dia custando R$ 4,20.

Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-02/bolsa-sobe-227-e-dolar-cai-r-374

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37221

Pode parecer que não, mas já é hora de se preocupar com o Leão



Confira os detalhes das mudanças que você não pode esquecer

Março e abril é o momento de prestar contas ao Leão.

Mas precisamos falar desde já sobre a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física, o IRPF-2019.

Você pode pensar que estamos precipitados.

Não, não estamos.

Devido às obrigatoriedades deste ano, precisamos nos antecipar com a coleta de informações, além de evitar aquele tradicional sufoco da última hora.

Afinal, quem está obrigado a declarar?

Resposta: pessoas Físicas que em 2018:

Feita esta análise, se você se enquadra nos casos acima, tem de 1º de março até o final de abril para encaminhar o seu IRPF.

No ano passado tivemos mudanças significativas ainda não obrigatórias, mas que este ano não poderão deixar de serem informadas.

São elas:

Como ainda não foi disponibilizado o Programa Gerador da Declaração, pode até ser que tenhamos mais algumas surpresas, mas serão o início, então, provavelmente não serão obrigatórias.

Desta forma, sugerimos que já providencie as informações para não ter nenhuma surpresa.

Link: http://www.noticenter.com.br/n.php?CATEGORIA=32&ID=21230&TITULO=pode-parecer-que-n-o-mas-j-hora-de-se-preocupar-com-o-le-o

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37220

Governo prepara pacote de desburocratização para o cidadão



A ideia é que ao final do processo o cidadão seja tratado pelo pressuposto da boa-fé, eliminando documentações como autenticação de cópias e reconhecimento de firma. Medida atingiria em cheio os cartórios

O governo quer simplificar a prestação de serviços públicos, retirando uma série de burocracias que vão desde a apresentação de documentação até o reconhecimento de firma.

Um decreto em fase final de gestação deve dar mais um passo nessa direção e trazer uma lista de documentos que hoje são exigidos na prestação de serviços ao cidadão e que terão que ser substituídos pelo CPF.

Entre eles estão, por exemplo, a exigência do número do PIS para quem solicita abono salarial e do número da certificação de alistamento militar a quem toma posse em serviço público.

Assim, essa documentação daria lugar à exigência apenas do CPF, que deverá automaticamente puxar todas essas informações. Para isso, será necessário conectar a base de dados dos órgãos da administração pública. O decreto deve estipular um prazo de três meses para que os órgãos públicos se adequem à nova exigência.

Na prática, essa determinação já consta de um outro decreto, publicado em julho de 2017, de número 9.094. Mas o governo já percebeu que terá que ser mais direto nas determinações para que esse cenário se concretize.

"O decreto 9.094 é muito conceitual, por isso estamos detalhando. A gente precisa começar a fazer essa simplificação se refletir na prática", aponta uma fonte do governo.

O decreto em elaboração, que deve ser editado em breve, trata apenas de serviços federais. A ideia do governo é estender o mesmo a Estados e municípios por meio de um projeto de lei.

"Os serviços federais são uma pequena parcela, alguma coisa a gente deve ter que fazer por lei para atingir Estados e municípios, que prestam a maior parte dos serviços. Há muita burocracia. Conseguir um alvará de construção numa prefeitura, por exemplo, envolve um trabalho enorme", completa essa fonte.

BOA-FÉ

A ideia é que isso evolua até que se chegue a uma situação em que o cidadão seja tratado pelo "pressuposto da boa-fé", eliminando de vez documentações como autenticação de cópias e reconhecimento de firma exigidos por órgãos públicos.

Em mensagem enviada ao Congresso, o governo prevê essas medidas no âmbito de uma reforma administrativa. Segundo o texto, a ideia é eliminar "exigências comprobatórias que já não fazem sentido" e simplificar procedimentos de análises diversos. Para que isso seja viável, a mensagem sugere que "será necessário assumir o princípio da presunção da boa-fé, já consagrado em alguns atos normativos".

IMPACTO NOS CARTÓRIOS

A medida atingiria em cheio os cartórios, que hoje prestam esse tipo de serviço de autenticação.

Procurada, a Associação dos notários e registradores do Brasil (Anoreg) põe em dúvida a eficiência da medida para o governo.

Em nota, afirma que, como a medida transfere para os órgãos públicos a responsabilidade pela análise e aceitação dos documentos apresentados pelos cidadãos, a União terá gastos extras para capacitar pessoal para tal.

"Certo ainda que, em caso de fraude, caberá a estes entes públicos - e consequentemente a toda a sociedade

que recolhe impostos - arcarem com os prejuízos, bem como aos cidadãos prejudicados buscarem reparação no Poder Judiciário, já sobrecarregado de demandas", diz o texto.

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/leis-e-tributos/governo-prepara-pacote-de-desburocratizacao-para-o-cidadao

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37219

12 dicas para você desenvolver sua criatividade



Buscar novidade produz novas “sinapses” no nosso cérebro e o contato com o novo nos torna mais inovadores.

Quando éramos crianças, sempre estávamos criando algo novo. Não perdemos esse potencial depois de adultos, mas precisamos quebrar nosso bloqueio criativo. Albert Einstein já dizia que “criatividade é a inteligência divertindo-se”. O mercado atual valoriza a criatividade em qualquer área, portanto para se manter ativo profissionalmente é preciso estimular seu potencial criativo.

Nós precisamos de referências! Elas são o alimento para a criatividade. Por isso é importante criar hábitos, o que auxilia no cansaço da mente. Você já pensou que a rotina pode ser um dos motivos que diminui a criatividade? Foi comprovado que ela é um dos maiores inimigos dos criativos.

Mas nunca esqueça, é necessário variar as atividades diárias, mesmo que sejam rápidas. Mas, lembre-se, sempre variar. Se fizermos tudo igual vamos conviver com as mesmas pessoas que tendem a falar das mesmas coisas. A mesma música nos leva as mesmas emoções e assim por diante.

É muito fácil viver na rotina, por isso sair dela pode ser dolorido. Buscar novidade produz novas “sinapses” no nosso cérebro e o contato com o novo nos torna mais inovadores. Por isso, alguns pequenos hábitos podem ser experimentados e virarem uma experiência agradável. Além de ajudar a melhorar a nossa criatividade.

FUJA DA ROTINA – Nem que seja em rápidos momentos. Escolha uma mudança por dia. Faça novos caminhos quando for trabalhar ou estudar, tome banho de olhos fechados, fale com um amigo que não vê há muito tempo.

DESCANSE A MENTE - Que tal usar o intervalo no trabalho, para fazer algo mais prazeroso? Cada vez que tomar café, faça algo a mais. Escute uma música, ande descalço na grama, escreva algo, desenhe. No ócio é comum surgirem soluções que não encontramos quando precisamos, e ainda de forma muito mais tranquila.

NÃO EXISTE CERTO E ERRADO - Tente diversas possibilidades antes de decidir algo definitivo. Nosso cérebro tende a buscar uma resposta rápida e que já conhecemos.

LEIA 10 MIN POR DIA - Criatividade e conhecimento andam juntos. Melhor ainda, leia aquilo que não está acostumado ler. Além de ampliar o conhecimento, você aumenta as possibilidades de fazer algo diferente.

BLOCOS DE ANOTAÇÕES - São úteis até no meio da noite. Uma palavra nova ou ideia diferente poderá ser o início de um novo projeto ou solução de algum problema. Mesmo que anotações sejam desconexas, uma palavra poderá virar um título, tema ou algo que você procurava há muito tempo.

EXERCITAR A MENTE - Aprender outro idioma, fazer exercícios de raciocínio lógico, como palavras cruzadas, ativam a mente.

TRABALHAR EM LUGARES VARIADOS – Está comprovado que os cafés são ótimos ambientes, deixa a pessoa mais conectada vendo outras pessoas também em sintonia. Até o simples fato de mudar de sala ou de mesa pode ajudar. Harry Potter nasceu de uma anotação em um guardanapo em uma viagem de trem. Pense nisso!

EXISTEM SONS PARA CRIAR – Nem sempre uma música conhecida é a melhor opção. Segundos de distração podem atrapalhar seu momento criativo. Sons de ambientes, como cafés, por exemplo, ou música com idioma desconhecido, são ótimos aliados.

CRIE HISTÓRIAS – Muitos filmes e livros começaram a partir de histórias imaginadas para contar para os filhos. Por exemplo J.R.R.Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis, criou a história para contá-la aos seus filhos. Mais tarde, o livro se tornaria o sucesso conhecido no mundo inteiro.

UTILIZE IDEIAS ANTIGAS – Não pense que só novas ideias funcionam. Anotações feitas no passado, hoje poderão ser usadas com outro olhar e com novas funções.

DIVIRTA-SE – Faça atividades a que não esteja acostumado, isso poderá despertar novas ideias. Vá ao futebol, feiras, bairros novos. Enfim, descubra sua cidade com olhos de turista.

VALORIZE SUAS IDEIAS - Quando precisar criar algo novo, encare como um novo desafio e no decorrer do processo não peça opiniões. Qualquer comentário negativo, vai tirá-lo do foco e poderá bloquear sua criatividade.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/12-dicas-para-voce-desenvolver-sua-criatividade/127805/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37218

4 dicas para você fechar no azul



Livro “Finanças para Autônomos” tem linguagem simples e usa exemplos de pessoas reais

Você sabia que o número de autônomos no Brasil já supera o de pessoas com carteira assinada? No final de 2017, o país tinha 34 milhões de brasileiros trabalhando por conta própria e 33 milhões de empregados em vagas formais, de acordo com o IBGE.

Sem a certeza de um salário fixo ao final do mês, muitos autônomos, freelancers e profissionais liberais sofrem para manter as contas em dia. É para essas pessoas que se destina o livro “Finanças para autônomos”, do consultor e palestrante Eduardo Amuri.

Recém-lançado pela editora Benvirá (R$ 30), a obra tem linguagem simples e utiliza exemplos de pessoas reais para passar conceitos de planejamento financeiro. A abordagem humana e descomplicada e detalhada torna a leitura agradável. O objetivo é que o leitor consiga se organizar e se planejar financeiramente para ficar com as finanças sempre em dia.

A seguir, confira o resumo de algumas dicas do livro para te inspirar a mudar sua vida financeira:

Analise seus recebimentos anteriores Por mais que sua renda seja muito variável a cada mês, é importante fazer um exercício para descobrir como foram seus ganhos dos 12 meses anteriores. Use suas planilhas, registros ou mesmo o extrato bancário para levantar esses números.

Analisar esses dados vai te fazer entender qual é sua renda média ao longo de um ano, assim como os meses melhores e piores para seu negócio. O objetivo é entender como os números do seu negócio se comportam e isso ajudará a fazer projeções para o futuro.

Faça projeções para o futuro A ideia é olhar para frente e enxergar o quanto você pode faturar nos próximos meses. Comece estudando sua agenda. Qual a sua disponibilidade? Quantas horas consegue trabalhar ao longo de uma semana? Quanto ganha, em média, por serviço ou consulta? Quanto você conseguiria receber se trabalhasse no melhor cenário possível? Identificar o valor máximo que pode vir a faturar é fundamental para um bom planejamento financeiro, além de ajustar as expectativas de ganho.

Lembre-se da margem de lucro Ela costuma ser muito desprezada pelos autônomos, mas é de extrema importância.
Lembre-se que lucro = preço cobrado - custo. Já a margem = lucro ÷ preço. Digamos que você descubra que sua margem é de 0,55 (ou seja, 55%). Isso significa que a cada R$ 100 recebidos, seu lucro costuma ser de R$ 55. Ter esse tipo de conhecimento faz com que você trabalhe com números mais próximos da realidade e mantenha os pés no chão.

Gerencie o seu tempo Ele é um recurso finito e importantíssimo para qualquer profissional, especialmente para os autônomos. Quem tem dificuldade para se organizar geralmente não consegue empregar bem o tempo nem cobrar por ele - e isso traz implicações diretas para a sua vida financeira. Calcule quanto tempo você gasta com seu trabalho e qual é o valor da sua hora. Com esse dado em mente você consegue precificar melhor o seu serviço e até conceder descontos inteligentes para seus clientes.

Link: https://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2019/02/livro-financas-para-autonomos-ajuda-empreendedores-ficar-no-azul.html

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37209

Você sabe despertar o desejo de compra no seu cliente?



Nesta rede a palavra de ordem é desejo

Em um oceano de gatilhos mentais, imagens chamativas e Call to Actions bem posicionados, está cada vez mais difícil prender a atenção do cliente. Entretanto, há um canal capaz de reunir tudo isso e guiar o usuário a compra, o Instagram.

Nesta rede a palavra de ordem é desejo. O cliente precisa, por meio de imagens, ter vontade de ter aquele produto/serviço. Pensando em ajudar o lojista online, separei algumas dicas sobre como despertar o desejo de compra no cliente – e como o Instagram pode ajudá-lo nessa missão. Confira!

A utilidade do Instagram para vender mais

Esta rede social te ajuda a vender mais, e isso é fato. Porém, para extrair o máximo dela, é necessário atenção a alguns pontos, começando por ele, o público. É importante entender quem ele é, o que quer, quais são as necessidades e qual tom de comunicação deve ser usado para ser o mais assertivo possível e também despertar o desejo de compra.

No Instagram, a comunicação adotada está diretamente atrelada à identidade visual, sendo a rede que melhor explora o conteúdo imagético. Por isso, é importante estar atento aos componentes que constroem a sua identidade, como padrões de cores, estilo de imagens e a qualidade das postagens, tudo isso sem esquecer de usar os filtros, gifs e ícones, sempre que possível.

Por falar em imagens, atenção às fotos dos produtos. No e-commerce, o desejo de compra é concebido ali. Vale apostar em fotos que apresentem a interação “produto & pessoa”, pois isso gera identificação, humaniza as postagens e aumenta o engajamento. Lembre-se que você está buscando despertar desejo, e não há nada melhor para isso do que vender um estilo de vida.

Agora que você já observou seu público, traçou sua identidade visual e anotou todas as dicas para capturar a melhor foto do seu produto, vamos para a parte técnica do assunto. Afinal, esta é peça importante do processo.

Instagram Shopping

Para que o Instagram traga o retorno esperado em vendas, é necessário que o perfil da loja seja “comercial”. Isso permitirá a obtenção de relatórios, criação de anúncios e utilização do Instagram Shopping – a popular Lojinha do Instagram.

Essa ferramenta é fundamental no tema que estamos tratando neste artigo. Pense comigo: o cliente está rolando o feed e é impactado pela comunicação. Nasce o desejo pelo produto, mas para visualizar mais informações, ele precisa entrar no perfil e clicar no popular “link da bio”.

Se a foto do produto não deixou esse usuário “babando”, as chances de continuar passeando pelo feed e encontrar o concorrente são grandes. Por isso, o uso do Instagram Shopping é fundamental para guiar o cliente até a etapa de compra, minimizando os ruídos ao longo do caminho.

E aqui entramos em outro tópico importante, a experiência de compra.

Experiência de Compra

Quando falamos em Instagram para e-commerce, o fluxo que o usuário percorre para finalizar a compra precisa ser o mais curto possível. É importante direcioná-lo até o produto em poucos passos, diminuindo ao máximo as objeções durante o processo.

Para isso, vale aprimorar a descrição dos itens e dar destaque às avaliações, por exemplo. O cliente sentirá mais segurança ao saber que outros usuários já compraram aquela mercadoria e a ‘aprovaram’.

Agora é colocar esta dicas em prática e aumentar as vendas do e-commerce por meio de mais um canal: o Instagram.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/voce-sabe-despertar-o-desejo-de-compra-no-seu-cliente/127797/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37208

Até que ponto as promoções ajudam a vender mais?



A velha estratégia de marketing de preços promocionais está presente em qualquer tipo de negócio. A questão é saber quão eficazes são essas campanhas

Festas de fim de ano, Black Friday, trocas de estações, lançamentos ou queima de estoque. Há um fluxo constante de liquidações estampando os anúncios e as vitrines do varejo nos últimos anos.

No entanto, até que ponto isso realmente estimula os consumidores a comprar mais?

Especialistas indicam que embora o preço promocional tenha muito poder sobre a decisão de compra da clientela, há quem ofereça descontos de maneira excessiva e sem muito planejamento.

Grandes nomes como Apple e Starbucks acumulam clientes fiéis mundo afora e raramente recorrem a algum tipo de promoção e a cada ano alcançam novos recordes de vendas.

No caso da Apple, a tecnologia de ponta combinada com campanhas de publicidade impactantes são fatores que sustentam o sucesso da marca.

Mas, ao longo das últimas décadas, a empresa criadora do Macintosh estabeleceu uma reputação incomum na indústria de eletrônicos baseada na confiança. Ou seja, desenvolveu um produto que oferece uma experiência acima da média e ainda oferece suporte sempre que algo der errado.

A MENTE DO CONSUMIDOR

Maria Aparecida de Souza, especialista em pesquisa de mercado e gestão de relacionamento com o cliente, explica que é preciso entender que nem sempre as promoções necessitam estar ligadas à redução de preços.

Especialista em neurociência, Fred Ribas, concorda. Um detetive da mente do consumidor, Ribas diz que em geral, as estratégias de venda que mais funcionam estão mais conectadas à emoção que a razão.

Assim como na época da cavernas, nosso cérebro quer sempre coisas novas e possui um instinto caçador. Como nem sempre é possível criar produtos e serviços totalmente novos, é importante mudar a embalagem e a perspectiva com a qual ele é vendido.

“Quando você muda o que está ao redor daquilo que vai vender, o cérebro entende aquilo como algo novo, mesmo que o produto final seja exatamente o mesmo”, diz.

Por isso, segundo o especialista, a forma de apresentar o produto faz toda a diferença -ajuda o público a se conectar com o diferente e concretizar a compra.

VALE A PENA REDUZIR PREÇOS?

Para Maria Aparecida, oferecer descontos reais por vezes pode ser necessário. Especialmente quando o intuito é acelerar o fluxo de caixa ou tornar algum produto conhecido rapidamente.

Porém, essas ações podem arruinar uma empresa a longo prazo, especialmente se feitas com frequência e por tempo estendido.

Ofertas em excesso podem enviar um sinal para o consumidor de que a marca não entende o valor de seus próprios produtos e serviços.

Por outro lado, oferecer descontos como uma forma de exclusividade pode ser bem interessante. A lealdade à marca pode ser um impulsionador de vendas com descontos adicionais por meio de programas de fidelidade.

“As ofertas de fidelidade ajudam a manter os clientes voltando para comprar sempre mais".

É possível trabalhar esse benefício em desconto imediato, na próxima compra ou dentro de um período de tempo especificado.

O ideal é que os consumidores visitem as lojas e sites não apenas pelo preço, mas pelo serviço oferecido, pela qualidade dos produtos, pela habilidade dos funcionários, por experiências únicas e o prazer de fazer compras.

"É muito mais provável que os consumidores comprem um produto se tiverem uma conexão emocional com a marca do que se apenas virem algo com desconto", diz Maria Aparecida.

CUIDADO COM AS PERDAS!

De acordo com a especialista, as empresas devem ter em mente que um desconto deve ser recuperado com o aumento das vendas, e que portanto, é preciso calcular a validade de cada oferta e o prazo máximo em que ela deve ser oferecida.

“Uma oferta que não vingar em três dias, não tem como dar certo. Além disso, o prazo máximo para esse tipo de ação é de uma semana”.

As semanas que antecedem o Natal, por exemplo, são um período em que a movimentação de clientes aumenta e a oferta de produtos ganha maior volume. E é nesse momento, em que os lojistas precisam ajustar suas contas.

"As principais datas de compras, como Natal e Black Friday criam naturalmente um aumento na demanda, e os lojistas precisam encontrar a melhor forma tirar proveito disso", diz.

Nem sempre o desconto será a melhor solução, argumenta a especialista. Ações como a Black Friday, por exemplo, são vantajosas para os varejistas, porque a data de certa forma já se consagrou como algo que só acontece uma vez por ano e isso cria um certo clima de urgência em quem deseja comprar algo.

BLACK FRIDAY GERA UM SENTIDO DE URGÊNCIA

Mas ao mesmo tempo em que a Black Friday aumenta o volume de vendas, cresce também a possibilidade de itens devolvidos, trocas, problemas com logística e avaliações negativas.

A grande armadilha das promoções é que geralmente, as compras acabam sendo feitas por impulso e em alguns casos, o cliente percebe que não precisa daquilo e muda de ideia. E esse comportamento custa caro para os varejistas, que perdem vendas, tempo e têm seu estoque danificado.

"A redução dos preços impulsiona as vendas, mas não faz sentido se as margens forem reduzidas a perdas", afirma.

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/negocios/ate-que-ponto-as-promocoes-ajudam-a-vender-mais

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37207

7 dicas para recuperar clientes inativos



Uma questão de grande relevância quando se trata de manter os clientes ativos a longo prazo é atender com qualidade para atender mais de uma vez

Quem é empresário sabe que o custo para conquistar novos clientes é superior ao valor para mantê-los. Ao longo do desenvolvimento do relacionamento dos clientes com a marca pode haver alguns desvios, como a compra de itens dos concorrentes, ou mesmo uma ruptura por falta de recursos num dado momento.

Para quem pensa que a recuperação de clientes inativos é complicada, ressalto que basta colocar em prática algumas ações focadas na reconstrução desse relacionamento. Veja quais são:

– Analise quem são os clientes inativos

É importante que você faça um estudo do tempo médio que os clientes da sua marca tendem a ficar sem consumir para, então, determinar quem são os indivíduos da base de dados que estão na categoria de inativos. Com essa lista prévia, você deverá identificar há quanto tempo os clientes estão inativos, assim como quais produtos costumavam adquirir e com que frequência. Conhecer questões demográficas e comportamentais também ajudará a fazer essa análise.

– Aplicação de pesquisa

Saber quais foram os motivos que levaram essas pessoas a deixar de comprar da sua empresa também é essencial para reconquistá-las. Faça uma pesquisa por e-mail. Ao apresentar a pesquisa, enfatize o quanto é importante que os clientes inativos deem seu feedback, afinal, é só a partir dele que a organização poderá mudar o que não está bem.

– Divida para conquistar

A segmentação do grupo de clientes inativos em subgrupos tornará mais fácil conseguir a recuperação dos mesmos. As pessoas que compõem esse grupo não são todas iguais, tendo motivações distintas para terem deixado de comprar. Essa divisão pode levar em consideração critérios como: produtos de interesse em comum, frequência de compras semelhante, tempo de inatividade, faixa etária, motivos semelhantes listados para inatividade, entre outros.

– Mensagem para clientes inativos

Conhecendo quem são os clientes inativos e feito a sua divisão em grupos, será mais fácil definir os canais mais assertivos para entrar em contato com cada um deles. Algumas pessoas têm maior receptividade por e-mail, enquanto outras preferem comunicação por SMS. Considere qual é o perfil desses indivíduos. Ao elaborar o texto da mensagem, recomendo que use uma linguagem que aproxime a sua marca dos clientes que pretende recuperar. Apresente algum tipo de vantagem para esse retorno, como um voucher de desconto. Para definir qual será a vantagem oferecida, estude a fundo o perfil dos inativos.

– Tenha um departamento de pós-venda bem estruturado

O departamento de pós-venda da sua companhia existe apenas para responder reclamações? Saiba que esse é um dos erros que pode resultar na inatividade de bons clientes. As pessoas estão cada vez mais exigentes, procurando pelo melhor atendimento das suas demandas, incluindo a atenção. O setor de pós-vendas pode e deve acompanhar o processo de utilização dos produtos pelos consumidores. Certificar-se sobre a satisfação do cliente no pós-compra é fundamental para manter o nível de qualidade elevado. Quem compra, gosta de saber que é valorizado, algo que se mostra ainda mais relevante quando se trata de um processo de reconquista.

– Utilize estratégias de marketing promocional

A distribuição de brindes pode funcionar positivamente quando o assunto é fidelizar ou reconquistar um cliente já captado pela sua marca. Assim, quando precisar novamente desses produtos, terá a sua empresa em mente. Os brindes servem também como uma vitrine para colocar a marca em evidência para as pessoas que estão em volta do presenteado. Investir em brindes pode sair mais em conta do que investir em estratégias de captação de novos clientes.

– Atenda bem para atender sempre

Outra questão de grande relevância quando se trata de manter os clientes ativos a longo prazo é atender com qualidade para atender mais de uma vez. Certamente você não volta a um lugar em que te trataram mal, certo? Então, dedique tempo e orçamento para oferecer melhor treinamento para os seus vendedores. Afinal, eles são o primeiro contato dos clientes com a sua marca.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/7-dicas-para-recuperar-clientes-inativos/127796/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37206

Produtividade, pessoas e propósito: precisamos falar sobre isso



Para que a produtividade cresça, você precisa abrir a cabeça

Hoje em dia, as empresas trabalham pelo lucro, pela ascensão de sua importância na economia do seu setor de atuação e, mais ainda, pelo crescimento econômico do país como um todo – que também gera crescimento e mais negócios para as organizações. Afinal, se a economia ascende, ela atrai investimentos, emprega mais e melhor, e isso se reflete dentro das empresas. Mas, e quando se fala em produtividade? Essencial para o lucro – e, obviamente, para o crescimento – a produtividade brasileira vem decaindo consideravelmente nos últimos anos. As empresas aqui vêm experimentando um gargalo operacional que dificulta o alcance dos lucros simplesmente porque há um entendimento geral de que a produtividade depende de grandes investimentos em tecnologia.

Contudo, precisamos pensar: quem, efetivamente, produz? Não é um bot e muito menos um super sistema de logística, manufatura ou vendas. Quem toma as decisões de estratégia, investimento, programação, supervisão e mesmo operação são pessoas, e aí percebemos que talvez estejamos testemunhando um movimento falho das empresas brasileiras neste sentido: todas as organizações querem ser produtivas, mas, entre direcionar todo o investimento para tecnologia de última geração ou fazê-lo associado a uma estratégia focada em conhecer profundamente seus colaboradores, suas habilidades interpessoais - como Liderança, Pensamento Crítico, Capacidade de Colaboração e Negociação - e entender quais devem ser aprimoradas e usadas para melhorar o fluxo de trabalho da empresa como um todo, pouquíssimas são aquelas que ficam com a segunda opção.

E é aí que reside o erro.

Partindo do princípio de que produtividade é fazer mais com os mesmos recursos ou com menos, simplesmente investir em tecnologia não é a resposta certa. Portanto, acredito que vale considerarmos alguns pontos. Dados recentes da Deloitte mostram que a produtividade brasileira chegou a um decréscimo de 0,2% entre 2010 e 2017. Segundo o economista Paulo Guedes, super ministro da Economia, o plano é fazer com que as empresas aumentem sua produtividade em 20% até 2020.

Contrastando esta meta com os dados de mercado, percebe-se um cenário bem difícil de se concretizar. E não porque as empresas não vão conseguir aumentar a produtividade de forma tão consistente – algumas vão, ainda não temos certeza de exatamente quanto, mas vão –, mas porque os movimentos que a maioria delas faz para isso ainda são inconsistentes. Falta considerar algo que deveria ser entendido como essencial: o desenvolvimento das chamadas soft skills dos colaboradores como base operacional, a valorização do fator humano, com todas as suas particularidades, acima de qualquer outra estratégia milionária.

A análise do World Economic Forum endossa o meu posicionamento. No relatório mais recente do “Laboratório de Competitividade e Desenvolvimento Inclusivo do Brasil”, eles dizem o seguinte: “Em termos de força de trabalho, parte do desafio é promover a educação vocacional em larga escala e alinhar o currículo de cursos com demandas de negócios (...) conhecimento técnico, por si só, não significa produtividade para empresas – gestão de projetos, inovação tecnológica, cooperação e outras soft skills são necessárias”. Embora o estudo seja muito mais abrangente que isso, essas linhas resumem meu pensamento a respeito do tema: para ganhar produtividade será necessário que as empresas deem ao colaborador a importância que ele tem.

Falta olhar para o fator humano, falta dar o devido valor às pessoas dentro das corporações. Aliado ao fato de que, no Brasil, a produtividade é mais encarada como resultado do que como jornada, esse gargalo de entendimento é o grande motivo que leva a economia brasileira a ser tão pouco produtiva. O conceito de produtividade precisa permear todas as áreas da empresa, mesmo as que não sejam diretamente ligadas ao seu core business. Produtividade deve fazer parte da cultura da companhia, deve ser um conceito fluido possível de ser identificado em cada área, cada liderança, cada colaborador.

A solução, então, é corrigir a rota rumo à produtividade. Este é um trabalho multifatorial e que precisa ser desenvolvido em todas as frentes: em primeiro lugar, sim, as empresas devem usar people analytics, mas com um olhar que vá realmente além dos currículos e capacidades técnicas, que seja sustentável e de longo prazo, sensível o suficiente para apontar, com acuracidade, o momento daquele colaborador. Em segundo lugar, as lideranças e o RH precisam ter pleno conhecimento das soft skills necessárias para o aumento da produtividade e saber como identificar essas habilidades em suas equipes, além de mudar a chave dos antigos “missão e valores da empresa” para o novo “propósito”. Empresas realmente produtivas trabalham com propósito e têm esse valor alinhado aos propósitos pessoais e profissionais de seus colaboradores. Muitas pessoas hoje querem trabalhar para algo que faça a diferença. Portanto, se sua empresa faz peças de máquinas, quebre a cabeça e ache um propósito mais nobre, um jeito diferente e verdadeiro de se posicionar no mercado, que REALMENTE engaje seu colaborador.

Para que a produtividade cresça, você precisa abrir a cabeça. Pode até ser difícil no começo, mas os resultados vão valer a pena. E lembre-se: essa quebra de paradigmas já deveria ter acontecido ontem, mas ainda dá tempo: é hora de olhar para seu ativo humano com a importância que ele merece – hoje e para o futuro.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/produtividade-pessoas-e-proposito-precisamos-falar-sobre-isso/127801/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37196

Seis tendências da área de vendas que devem bombar em 2019



Veja dicas de como se adequar aos novos paradigmas da área de vendas e fazer os negócios crescerem com apoio da tecnologia

O mercado comercial passa por uma transformação rápida e completa nos últimos anos, principalmente com a implementação de tecnologia nos processos, o que vem transformando o perfil das equipes comerciais e exigindo novos talentos e habilidades dos vendedores que querem vencer nessa nova era.

Encontrar o caminho do sucesso e bater as metas cada vez mais arrojadas é um desafio que ficou mais complexo, porém mais automatizado e intuitivo. Para se adequar a esta nova realidade, é imprescindível entender as novas tendências da área de vendas e modernizar o processo para garantir melhores respostas, menos custos e mais resultados. Veja abaixo algumas ações que funcionaram em 2018 e devem bombar ainda mais em 2019.

Invista no pré-vendas

É imprescindível tratar o setor de vendas como uma ciência, não apenas como uma área de marketing e relacionamento. Para isso, instalar uma cultura de pré-vendas contribui para qualificar os leads antes de enviá-los ao executivo de contas, o que ajuda a gerar menos custos por garantir que o vendedor não perca tempo nem orçamento destinado à reuniões presenciais para contatos que são considerados um bad fit para o seu negócio. Quando o profissional de SDR (Sales Development Representative), responsável pelo pré-venda, entende o principal problema do cliente, ele ajuda o vendedor a validar e compreender melhor como o seu produto ou serviço pode ajudar o cliente e fazê-lo ir direto ao ponto, trazendo mais confiança na relação de negócio.

As empresas tradicionais, acostumadas com modelos antigos de venda, onde o vendedor bate diretamente na porta do cliente sem nenhuma base ou informação sobre quem ele é ou precisa, conseguem escalar, gerar mais negócios e reduzir custos quando modernizam o processo de vendas.

Contrate profissionais de vendas modernos

Nos dias de hoje o prospect está muito mais empoderado, e não é por acaso. O fácil acesso à informação faz com que os clientes em potencial pesquisem sobre as opções que podem resolver o seu problema antes mesmo de começar a entrar em contato com as soluções disponíveis. Situações como esta prolongam em 22% o tempo de decisão do cliente, e por isso o vendedor deve estar preparado no momento do contato para conseguir ganhar a confiança e conseguir fechar negócio dentro do tempo pré-estabelecido para isso.

Como o cliente já chega até o vendedor preparado e munido de informações, o vendedor deve estar mais focado no negócio e nos problemas do seu cliente do que apenas em manter um relacionamento. Neste momento entra a importância de usar os CRMs e ferramentas de automação a favor do vendedor, pois essas ferramentas ajudarão a otimizar o tempo e entregar mais produtividade para o executivo de vendas, transformando-o mais em conselheiros e menos em tiradores de pedidos.

Tenha uma equipe dedicada ao pós venda

Dentro dessa nova realidade de comportamento do consumidor, onde o cliente chega com 80% de sua opinião formada com relação a um serviço ou produto para o vendedor, o pós-venda passa a ter um papel fundamental na sua manutenção. Para isso é importante ter uma equipe dedicada a acompanhar a forma com que o cliente usa o seu serviço ou produto, e estar atento a todos os aspectos que envolvem a sua experiência para conseguir tomar atitudes pró-ativas.

Invista em Customer Success

Segundo pesquisa sobre Transformação Digital, encomendada pela Avaya, junto à IDC (International Data Corporation), 36% das empresas que priorizam a experiência do consumidor registraram um crescimento de 50%. O estudo foi realizado com 800 empresas de 15 países, incluindo o Brasil. Isso mostra que, muito mais do que um produto ou serviço, as pessoas buscam comprar relacionamento, confiança e resultado com agilidade e garantia de uma boa experiência.

Apesar de parecer um desafio de outro mundo, isso pode ser simplificado com um profissional dedicado exclusivamente ao Customer Success da empresa. Essa pessoa irá se antecipar à necessidade do cliente e crescer junto com ele. O índice de sucesso desse trabalho pode ser medido com o número de recompras ou a renovação de contrato. Para conseguir aumentar os negócios, no entanto, ao invés de investir apenas no aumento na força de vendas, proporcione esse investimento para que o seu cliente esteja bem amparado. Adquirir um novo cliente custa 5 vezes mais do que retê-lo, portanto, mantê-lo satisfeito é uma forma de otimizar os seus custos.

Engaje o seu time de vendas

Manter um time engajado e participativo é um desafio cada vez mais necessário para quem deseja ter um processo escalável e contínuo. Mas com o perfil competitivo do profissional de vendas, nem sempre esta é uma tarefa fácil. Apostar na gamificação é um caminho para conseguir manter uma equipe motivada e direcionada aos mesmos objetivos. Ao oferecer pontuações na medida em que novos leads ou vendas são gerados, é possível aumentar o volume de vendas sem necessariamente aumentar o time.

Outros benefícios que essa aposta pode trazer é o aceleramento da conversão, o aumento no volume de leads, o incentivo ao uso do CRM, a melhor qualificação de oportunidades, o aumento no volume de prospecção, melhor capacitação da equipe, o maior aprendizado sobre os clientes e o estímulo ao uso do up selling e cross selling.

Nunca esqueça da prospecção

O primeiro pilar no processo de vendas é a geração de leads. Uma vez que esses leads são gerados, é necessário pensar nas pessoas, máquinas e processos que o levem à decisão de compra. Para que tudo isso de certo é necessário pensar na gestão do processo como um todo. Ao deixar o trabalho de prospecção para o executivo de vendas, ele perde um tempo útil onde poderia estar se dedicando a atividades mais decisivas para o fechamento do negócio. Por isso é importante pensar em automatizar atividades de baixo valor, para que o vendedor otimize o seu tempo e se dedique ao cuidado em estudar e estruturar uma proposta mais qualificada e focada na necessidade do cliente.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/seis-tendencias-da-area-de-vendas-que-devem-bombar-em-2019/127793/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37195

Nova lei exige atenção maior com distrato



Legislação altera os direitos e deveres de construtoras na rescisão do contrato. Multa pode chegar até 50% do valor pago pelo consumidor

Quem pretende desistir da compra de um imóvel na planta deve ficar atento à Lei 13.786/2018, conhecida como Lei do Distrato, que já está em vigor e altera os direitos e deveres de construtoras e mutuários em caso de rescisão de contrato. O principal ponto é o aumento da multa paga à construtora ou empresa responsável pela obra, que agora é de até 50% do valor pago. Antes da nova lei, as construtoras ficavam com 10% a 25% do valor pago por quem desistiu do imóvel na planta.

Mas o aumento para 50% se dá apenas nos casos em que o empreendimento seja feito pelo regime de patrimônio de afetação. No caso dos empreendimentos que não fazem parte do regime, a multa se limita a 25% do valor pago.

Segundo a advogada especialista em Direito Imobiliário do escritório Da Fonte, Advogados, Juliana Longman, a lei fixa um parâmetro, limitando até onde a multa pode ir, e traz segurança jurídica para os envolvidos. “A multa aumentou efetivamente nos regimes de patrimônio de afetação. Hoje precisa ter um quadro resumo, as regras precisam estar resumidas no contrato, e o cliente precisa rubricar ao lado, e estar atento ao que tem que ser cumprido por ambas as partes, as construtoras precisam alterar os contratos”, disse.

No que diz respeito ao valor da multa, a advogada destaca que o valor pago pode ser alto, dependendo da forma de pagamento. “A lei gerou uma euforia. Ela regulamenta a oportunidade de desistência, onde se tem até 7 dias úteis para desistir, trazendo benefícios também para o adquirente. O valor pode ser muito alto, mas também pode não ser”, disse Juliana.

A advogada conta também que caso a pessoa queira realizar o distrato, mas encontre outra pessoa interessada no imóvel não se paga a multa. “Ela regulamentou essa possibilidade da multa não incidir se a pessoa que desistiu da compra encontrar outra pessoa, indicando a construtora, sendo um tipo de repasse”, explicou.

Para o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), Thiago Melo, a criação da lei era um pedido antigo do setor, que agora traz segurança e não prejudica as demais pessoas envolvidas. “Essa questão vinha se arrastando e precisava de regulamentação. A gente considera que o que está sendo feito confirma a necessidade do contrato. O melhor de tudo é que não exista distrato, e que se entre certo do que está fazendo, a lei trouxe segurança jurídica para o setor, e era o que todos precisavam”, disse.

Thiago destaca ainda que com a segurança gerada pela lei, as vendas melhorem e ajude na retomada do setor. “Os clientes terão as obras entregues, as vendas mais certeiras, e frutos positivos para o setor. Sentimos uma diminuição no número de distratos, e a tendência é que vá diminuindo”, finalizou.

Link: https://www.folhape.com.br/economia/economia/economia/2019/02/11/NWS,95919,10,550,ECONOMIA,2373-NOVA-LEI-EXIGE-ATENCAO-MAIOR-COM-DISTRATO.aspx

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37194

A importância de ser produtivo no mercado contemporâneo



Essa capacidade de fazer cada vez mais em menos tempo ou com menos recursos é o Santo Graal que as empresas vêm buscando no seu dia a dia

Atualmente vivemos na era da hiperconexão e massificação da informação, era essa que quebrou paradigmas sociais e nos ajudou a ter um alcance muito maior em muitos aspectos. Nunca antes tivemos tanta facilidade para transpor as barreiras entre nós e o mundo a nossa volta: seja em relação a lugares, experiências ou pessoas, tudo está literalmente mais tangível devido ao imenso volume de informação que temos à disposição e ao qual somos expostos em nosso dia a dia por meio de um clique na tela de nosso smartphone.

A nível de mercado, esse contexto também vem beneficiando empresas ao prover fácil acesso a boas práticas, metodologias, ferramentas e uma série de recursos, que, por consequência, possibilita empresas de diferentes tamanhos, potencial de investimento, tempo de mercado e outros fatores a terem chance de competir de igual para igual, aumentando ainda mais a competição de mercado. Ou seja, se anteriormente competitividade era um importante objetivo de mercado a ser buscado, hoje é condição basicamente de sobrevivência para qualquer nicho no meio.

Competitividade ou capacidade de criar condições para atender de forma bem sucedida o seu mercado alvo e objetivos organizacionais pode ser derivada em uma série de características: um product/market fit diferenciado, uma cultura organizacional vencedora, uma equipe bem formatada e, claro, a capacidade de fazer cada vez mais com menos recursos, resultando em uma margem superior à média, que promove a capacidade de fazer movimentos mais agressivos em momentos críticos.

Essa capacidade de fazer cada vez mais em menos tempo ou com menos recursos, também conhecida como produtividade, é o Santo Graal que as empresas vêm buscando no seu dia a dia para extrair o máximo dos seus recursos mais valiosos, para, então, atingir seus objetivos de forma contundente, mantendo-se ainda mais competitivas e "vivas" no mercado.

Neste aspecto, a tecnologia tem sido grande aliada ao dar não só conhecimento, mas também ferramentas que permitem às organizações modernas controlar, extrair dados, analisar e otimizar cada pequena parte de sua estrutura. Entretanto, somente a tecnologia não é suficiente para que uma empresa seja de fato produtiva.

Produtividade vem como produto de uma estratégia organizacional sólida e bem construída, cultura organizacional que promove e premia a melhoria contínua de seus colaboradores, as metodologias, ferramentas e tecnologias adequadas para um nível excelente de execução, dentre outros fatores. Porém, diante desses fatores, o humano é, sem dúvidas, fundamental para que todos os demais resultem no objetivo final. Afinal, se o indivíduo na ponta não está disposto a ser 1% melhor todos os dias, é muito difícil que todos os demais acabem gerando o impacto esperado.

Mas como podemos ser mais produtivos neste mundo de tantas distrações?

Essa é uma pergunta de muitas respostas e, de minha parte, gostaria de apresentar alguns mecanismos, processos e hacks que são simples de serem incorporados na rotina de trabalho (e quiçá, pessoal) e acabam sendo decisivos para quem busca mais do que só trabalhar duro: trabalhar duro e de forma inteligente.

Primeiro, gostaríamos de apresentar uma metodologia bastante conhecida quando falamos em produtividade: a matriz de Eisenhouer. Esse método propõe que você divida suas tarefas e entregas em 4 quadrantes diferentes, como na imagem abaixo:

Como a imagem demonstra, o Q1 é composto pelas tarefas que são importantes e urgentes. Essas tarefas geralmente não precisam de planejamento ou preocupação, pois você terá e irá fazê-las de qualquer forma. Elas são importantes e urgentes, então você terá que terminá-las em breve.

Já o Q2 é o quadrante mais importante para nós, pois é composto por tarefas importantes, mas que não são urgentes. Sem planejamento, as tarefas do Q2 tendem a se tornar Q1 (principalmente por causa de procrastinação). Nosso conselho aqui é você focar nas tarefas que você classificou como Q2, planejando como e quando você vai realizar e não deixando que se tornem urgentes.

As tarefas do Q3 não têm muito segredo: faça o mais rápido possível. Se é algo urgente, mas não importante, o importante aqui é não perder tempo. E, finalmente dentro do Q4, então as tarefas que não são importantes e nem urgentes. Aqui, tem suas opções recomendadas: delegue ou não faça.

Também vamos falar sobre alguns hacks que podem ajudar com a produtividade diária e que podem complementar a matriz de Eisenhouer

#1: Liste e classifique suas tarefas (e mais: não confie na sua cabeça!):

É muito mais fácil de controlar suas atividades quando elas estão listadas e classificadas em ordem de prioridade ou data, por exemplo. Se você, como nós, está acostumado a trabalhar em mais de um projeto ao mesmo tempo, o uso de ferramentas pode ajudá-lo com isso. Mas o principal aqui é você não confiar no seu cérebro para gerenciar e lembrar de todas as atividades que você tem que fazer.

É fácil se perder em suas atividades e tarefas quando não há uma organização básica. Você pode usar apps; se você for mais raiz, uma agenda, planner ou até mesmo uma lista em papel é suficiente. Com o que você precisa fazer listado, classifique de alguma forma fácil de identificar o que deve ser feito primeiro (os quadrantes de Eisenhower, por exemplo).

#2: Gerencie suas interrupções e não seja uma pessoa multitarefas

Se você se considera uma pessoa multitarefas, temos uma péssima notícia. De acordo com especialistas, o ato de realizar várias tarefas ao mesmo tempo resulta em uma perda de quase 40% em sua produtividade e um aumento de 10% do seu estresse, pois, na verdade, você é um alternador de tarefas.

Não seja um multitarefas. Melhor que isso é usar a dica #1 para organizar e classificar suas obrigações de forma que você consiga focar e terminar (pelo menos uma parte pré-estabelecida) da tarefa que você iniciou. Vamos falar mais sobre isso nas dicas #5 e #7.

Sobre interrupções, é um ponto bastante óbvio. De maneira geral, redes sociais, conversas paralelas, multitarefas, são todas diferentes formas de interrupção e comprometem muito nossa produtividade. Em nossa empresa, por exemplo, nosso time de pós-venda tem uma placa na mesa que diz "Se estamos usando fone, estamos focados. Mande uma mensagem no slack primeiro" como forma de evitar interrupções constantes.

#3: Desapegue de tarefas não importantes e de clientes ruins (se você trabalha com vendas)

Como dissemos na Matriz de Eisenhouer, as atividades do Q4 são "inúteis" e muitas vezes ficamos apegados a essas tarefas. Não caia nessa, se algo não é urgente nem importante, let it go! Se você trabalha com vendas, ainda tenho uma dica mais importante: desapegue dos clientes e follows ruins (aqueles que nunca podem falar, não atendem, não respondem seus e-mails e não avançam no seu funil). Você só perde tempo que poderia ser usado para trabalhar leads novos ou mais engajados. DESAPEGUE.

#4: Divida seus leões

Muitas vezes recebemos tarefas muito grande ou complexas que não conseguimos realizar de uma só vez e podem nos tomar dias, semanas ou meses. Para essas tarefas, nós recomendamos que você as divida em menores (ou etapas que você deseja fazer toda vez que começar a realizá-las) e defina quando você fará cada parte. Por exemplo, para este post, eu defini que iria escrever em 3 partes, em 3 dias diferentes. Se tentasse escrevê-lo direto, provavelmente me perderia e seria interrompido muitas vezes, o que me faria demorar mais tempo para finalizá-lo.

#5: Cuidado com a procrastinação

Certa vez ouvi uma definição sobre procrastinação que é uma verdade absoluta: "Procrastinar é a arte de ferrar com você mesmo no futuro". Quando você pensa na Matriz de Eisenhouer, procrastinar é deixar que tarefas que estejam no seu Q2 se tornem tarefas do Q1. Uma vez que isso acontece, a qualidade da sua entrega final não será tão boa quanto se a atividade fosse feita e concluída com um certo planejamento. Com suas tarefas listadas, classificadas e organizadas, não as deixe atrasarem a ponto de comprometer a qualidade e resultado final.

#6: Tente técnicas (como Pomodoro)

Existem algumas técnicas que as pessoas usam para melhorar a produtividade, como a técnica chamada Pomodoro (onde você trabalha por 25 minutos direto e faz uma pausa por 5 minutos em seguida). Outra técnica que funciona bem (principalmente para pessoas competitivas) é desafiar-se a completar uma atividade, ou parte dela, até um horário estipulado e, caso seja concluído com sucesso, você pode se dar um pequeno prêmio. Existem infinitas técnicas diferentes, tente a que mais se adequa à sua realidade e a que você se sente mais confortável.

#7: Foco na atividade, não no tempo

O ideal é nunca programar suas atividades baseadas no tempo (a não ser que você esteja usando uma técnica como Pomodoro), e, sim, por uma porcentagem ou etapa. Por exemplo, para ler um livro, se você se programa para ler 30 minutos, durante esse período você pode ter uma série de distrações que comprometem o total de páginas que você vai ler em 30 minutos. Porém, definindo que você deseja ler, por exemplo, 50 páginas sem interrupções, você vai se programar e agilizar para que essa quantidade de páginas sejam lidas no menor espaço de tempo possível. É um jeito mais eficiente de controlar, medir e melhorar sua produtividade.

Estes são alguns dos principais hacks práticos utilizados em nosso dia a dia aqui na empresa que ajudam a manter o foco, diminuindo o tempo perdido com distrações e aumente o volume e o potencial de entrega individual de cada colaborador.

A capacidade de resultado do uso desses hacks está diretamente ligada à disciplina na execução e na organização interpessoal de cada um, mas o fato é que só se chega a uma rotina produtiva dando o primeiro passo e de maneira cadenciada. Por isso, a dica de ouro é ir adotando um ou outro desses hacks e adicionar outros de acordo com o nível de naturalidade da execução em sua rotina.

Produtividade está longe de ser uma sprint e muito mais próximo de ser uma maratona, mas a recompensa para os dispostos a isso é não só uma entrega diferenciada, como também um maior equilíbrio entre sua vida profissional e pessoal - uma bela recompensa, não?

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/a-importancia-de-ser-produtivo-no-mercado-contemporaneo/127794/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=37193

Ibovespa recua 0,98%



Com a queda, a Bolsa fechou a segunda-feira, 11/02, aos 94.412 pontos

O Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações mais negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, encerrou o pregão desta segunda-feira, 11/02, em queda de 0,98%, aos 94.412 pontos.

O recorde do índice, de 98.588 pontos, foi registrado no último dia 4/02.

Dentre as ações que compõem o Ibovespa, os papéis que mais valorizaram foram Cielo ON (4,34%), Braskem (3,63%) e Gol (2,92%). As ações que mais caíram foram Sabesp ON (9,34%), Marfrig ON (3,71%) e Bradespar (3,39%).

Os papéis mais negociados foram os da Vale ON, com queda de 2,64%, Petrobras PN, com queda de 1,15%, e ItauUnibanco, que caíram 1,13%.

DÓLAR

O dólar comercial fechou o dia de hoje em alta de 0,77%, cotado a R$ 3,76. O euro também se valorizou. Subiu 0,36% e encerrou o dia vendido a R$ 4,24.

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/financas/ibovespa-recua-0-98

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.