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Divulgadas Orientações Importantes Sobre o Envio de Eventos ao eSocial



Foi divulgado hoje no portal do eSocial, uma nota orientativa referente ao envio dos eventos para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) que não são optantes pelo Simples Nacional.

Foi divulgado hoje no portal do eSocial, uma nota orientativa referente ao envio dos eventos para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) que não são optantes pelo Simples Nacional.

Confira o conteúdo completo da nota:

A Resolução do Comitê Diretivo do eSocial nº 4, de 04 de julho de 2018, que alterou a Resolução do Comitê Diretivo do eSocial nº 2, de 30 de agosto de 2016, havia estabelecido tratamento diferenciado às Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP) e Microempreendedores Individuais (MEI) , concedendo-lhes opção de envio dos eventos de tabela e eventos não periódicos de forma cumulativa com os eventos periódicos no prazo previsto para estes últimos, ou seja, 1º de novembro de 2018 (prazo definido à época).

A Resolução do Comitê Diretivo do eSocial nº 5, de 02 de outubro de 2018 dividiu o segundo grupo em dois novos, incluindo as empresas optantes pelo Simples Nacional em um terceiro grupo e mantendo as demais entidades empresariais no segundo grupo.

Portanto, as ME e EPP que não são optantes pelo SIMPLES permanecem no segundo grupo, mas o tratamento diferenciado, previsto na resolução anterior, fica mantido.

Ou seja, estas empresas têm a opção de envio dos eventos de tabela e eventos não periódicos de forma cumulativa com os eventos periódicos no prazo previsto para estes últimos, qual seja, 10 de janeiro de 2019 (prazo alterado pela Resolução nº 5).

É necessário esclarecer, contudo, que a opção de envio cumulativo de todos os tipos de eventos a partir de 10 de janeiro de 2019 altera apenas o prazo para o envio dos eventos, mas não altera o marco temporal a partir do qual a ocorrência de cada tipo de evento deve ser informada ao eSocial. Dessa forma, os eventos que ocorrerem a partir do início da obrigatoriedade de cada tipo de evento (16 de julho para os eventos de tabela e 10 de outubro para os eventos não periódicos) deverão ser informados no eSocial para todas as empresas do segundo grupo. Apenas o prazo para a prestação dessa informação é que foi flexibilizado para as ME e EPP não optantes pelo SIMPLES.

Essas empresas terão até o prazo previsto para fechamento dos eventos periódicos da competência janeiro/2019 para transmitir seus eventos de tabelas e não periódicos. Se, por exemplo, um empregado for admitido no dia 15 de outubro, a ME/EPP não optante pelo SIMPLES não precisará informá-lo (evento S-2200) no dia anterior (prazo regular previsto no Manual de Orientação do eSocial – MOS). Poderá, se assim desejar, informá-lo em janeiro, antes da transmissão dos eventos remuneratórios desse trabalhador. Da mesma forma, todas as férias, afastamentos, desligamentos e demais eventos que ocorrerem a partir de 10 de outubro também deverão ser informados, mesmo que se opte por deixar para enviá-los na terceira fase de implantação (janeiro/2019).

O evento S-1000 (Informações do Empregador) de todas as empresas do 2º grupo deve ter início de vigência em 07/2018, ainda que se trate de uma microempresa que opte por enviar este evento em 01/2019. As empresas constituídas após 07/2018 deverão utilizar o mês de criação neste evento. Da mesma forma, os eventos não periódicos das empresas desse grupo ocorridos a partir de 10 de outubro de 2018 também devem ser informados ao eSocial. Exemplos:

  1. se forem concedidas férias para um empregado entre 10 de outubro e 30 de outubro de 2018, todos os empregadores do segundo grupo devem enviar o evento S-2230 referente a esse afastamento. As ME/EPP não optantes pelo SIMPLES poderão enviar este evento no mês de janeiro de 2019. As demais empresas do segundo grupo deverão enviá-lo até o dia 07/11/2018 (prazo para envio do evento, segundo o MOS).
  2. se um empregado for admitido no dia 1º de novembro de 2018, todas as empresas do segundo grupo deverão enviar o evento S-2200 referente a este empregado (com o campo {cadIni} = N). As ME/EPP não optantes pelo SIMPLES poderão enviar este evento no mês de janeiro de 2019, as demais empresas do segundo grupo deverão enviá-lo até o dia anterior à admissão (31/10/2018, no caso, prazo para envio do evento, segundo o MOS).

Link: https://trabalhista.blog/2018/10/10/divulgadas-orientacoes-importantes-sobre-o-envio-de-eventos-ao-esocial/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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EFD-Contribuições: Informações Necessárias na Declaração



O arquivo digital da EFD-Contribuições deverá conter a totalidade das informações econômico-fiscais e contábeis correspondentes ao período compreendido entre o primeiro e o último dia do mês civil, representativas de faturamento e demais recei

O arquivo digital da EFD-Contribuições deverá conter a totalidade das informações econômico-fiscais e contábeis correspondentes ao período compreendido entre o primeiro e o último dia do mês civil, representativas de faturamento e demais receitas sujeitas à apuração das contribuições sociais, bem como das aquisições, custos, despesas e outras operações com direito a crédito.

Qualquer situação de exceção na tributação do PIS/PASEP, da COFINS e da CPRB, tais como vendas com suspensão, isenção, alíquota zero, não-incidência ou diferimento, também deverá ser informada no arquivo digital, indicando-se o respectivo dispositivo legal, quando solicitado na legislação tributária, nas informações complementares aos registros escriturados.

Devem também ser escriturados os valores retidos na fonte em cada período, outras deduções utilizadas e, em relação às Sociedades Cooperativas, no caso de sua incidência concomitante com a contribuição incidente sobre a receita bruta, a Contribuição para o PIS/PASEP sobre a Folha de Salários.

O contribuinte deverá armazenar o arquivo digital da EFD-Contribuições transmitido, observando os requisitos de segurança, autenticidade, integridade e validade jurídica, pelo mesmo prazo estabelecido pela legislação para a guarda dos documentos fiscais.

A geração, o armazenamento e o envio do arquivo digital não dispensam o contribuinte da guarda dos documentos que deram origem às informações nele constantes, na forma e prazos estabelecidos pela legislação aplicável.

O arquivo a ser mantido é o arquivo TXT gerado e transmitido (localizado em diretório definido pelo usuário), não se tratando, pois, da cópia de segurança.

Os contribuintes obrigados à EFD-Contribuições, mesmo que estejam com suas atividades paralisadas, devem apresentar os registros obrigatórios (notação de obrigatoriedade do registro = “O”), informando, portanto, a identificação do estabelecimento, período a que se refere a escrituração e declarando, nos demais blocos, valores zerados, o que significa que não efetuou qualquer atividade.

Fonte: Manual da EFD-Contribuições.

Link: https://boletimcontabil.wordpress.com/2018/10/11/efd-contribuicoes-informacoes-necessarias-na-declaracao/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Contabilidade: ferramenta essencial para o crescimento das empresas



O Brasil possui mais de cinco milhões de empresas ativas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Cerca de 20% delas são encerradas após um ano de operação, número que sobe para 60% após cinco anos em atuação. Um dos po

O Brasil possui mais de cinco milhões de empresas ativas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Cerca de 20% delas são encerradas após um ano de operação, número que sobe para 60% após cinco anos em atuação. Um dos pontos que pode ser preponderante na taxa de sucesso, ou não, é a forma como essas empresas se organizam, com relação à contabilidade profissional.

O fechamento e fracasso de empresas, em muitos casos, são resultados do excesso de expectativas e da parcimônia com a organização financeira do negócio, atitudes que jamais devem andar paralelas. O excesso de expectativas pode gerar frustração e a falta de organização, problemas irreversíveis.

Neste sentido, contar com a ajuda de um contador é fundamental. Por meio da contabilidade é possível demonstrar os resultados da operação e avaliar se a saúde financeira da empresa está em bom estado, o que possibilitará o melhor desenvolvimento do negócio.

Além de manter a empresa em dia com a escrituração fiscal e obrigações fiscais, trabalhistas e tributárias, o empresário deve exigir do profissional as demonstrações contábeis, que devem ser finalizadas com a entrega do balanço assinado pelo contador. Desta forma, ele não estará apenas cumprindo as formalidades do Código Civil, como também garantindo facilidades para financiamentos e distribuição correta de lucros, deixando de perder até 27,5%, já que a distruição de lucros é isenta do Imposto de Renda, uma vez que lucro é remuneração de capital investido.

Outro processo de grande relevância que só obtém sucesso com os serviços da contabilidade é o de recuperação judicial. Para demonstrar que é possível se reerguer, uma empresa precisa apresentar informações que comprovem que não houve desvio de dinheiro, além de outros inúmeros documentos solicitados pela Justiça. Neste caso, só a contabilidade pode verificar essas informações e garantir o bom andamento do processo.

A contabilidade também é um importante instrumento de gestão porque, muitas vezes, o empresário só sabe se a empresa está indo bem ou mal por meio do saldo bancário. E o que fazer para corrigir este tipo de problema? Na grande maioria dos casos, o desafio está no fluxo de caixa: compra-se com prazo curto para pagamento e vende-se com prazos alongados para recebimentos, ou seja, a falta de um um contador que organize tal fluxo, deixa o empresário sem informação e, consequentemente, com menos poder de decisão.

Os pontos citados também valem para pequenas e médias empresas, que representam 85% do cenário brasileiro. A falta de profissionalização, de organização e do apoio de um contador impede o crescimento destes negócios. É como viajar sem um mapa, ou seja, o destino não é certo.

Muitas vezes, o empresário tem um pequeno negócio e tem o sonho de crescer e se a empresa não possui um histórico contábil, com informações apuradas, as possibilidades de desenvolvimento são mínimas. O ideal é que, ao abrir uma empresa, o empreendedor já estabeleça os serviços de contabilidade para se profissionalizar e, crescendo, o histórico já estará pronto, possibilitando a lucratividade e prosperidade do negócio.

Link: http://fenacon.org.br/noticias/contabilidade-ferramenta-essencial-para-o-crescimento-das-empresas-3803/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Boleto vencido acima de R$ 100 poderá ser pago em qualquer banco



A partir de sábado (13), boletos vencidos com valor igual ou acima de R$ 100 poderão ser pagos em qualquer banco, o que inclui caixas eletrônicos, sites e outros canais de atendimento. A regra, porém, somente vai valer para os documentos que já estiv

A partir de sábado (13), boletos vencidos com valor igual ou acima de R$ 100 poderão ser pagos em qualquer banco, o que inclui caixas eletrônicos, sites e outros canais de atendimento. A regra, porém, somente vai valer para os documentos que já estiverem cadastrados na nova plataforma de cobranças desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Consumidores que não conseguirem pagar seus boletos devem entrar em contato com o emissor da cobrança, pois é possível que o documento não tenha sido cadastrado na plataforma. Caso isso ocorra, caberá à empresa realizar o cadastro do boleto ou indicar outra forma para o pagamento.

Em 27 de outubro, boletos com valor abaixo de R$ 100 também passarão a seguir as mesmas regras. Já no dia 10 de novembro, serão incluídos os documentos de cobranças de cartões de crédito e de doações. Até lá, esses pagamentos podem ser feitos em toda a rede bancária até o vencimento, independentemente de estarem ou não cadastrados no sistema.

Com a inclusão dos boletos a partir de R$ 100, a plataforma única dos bancos terá incorporado cerca de 3 bilhões do total de boletos emitidos por ano no País. Segundo a Febraban, o sistema dá mais segurança para a compensação de boletos e permite o pagamento, com a eliminação dos riscos de fraudes, além de evitar a quitação em duplicidade.

Link: https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/652194-boleto-vencido-acima-de-r-100-podera-ser-pago-em-qualquer-banco.html

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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eSocial: Código de Acesso possui validade de 03 anos



Após 03 anos, o Código gerado expira e o empregador será convidado a criar um novo

Após 03 anos, o Código gerado expira e o empregador será convidado a criar um novo. Será necessário informar novamente os números de recibos de entrega da DIRPF ou do Título de Eleitor.

Conforme previsto no item 1.1 do Manual do Empregador Doméstico, o usuário da módulo Doméstico do eSocial deverá gerar um novo Código de Acesso a cada 03 anos. Quando completar esse período, o código irá expirar e o empregador não conseguirá mais utilizá-lo para acessar o eSocial. Será exibida a mensagem abaixo com o alerta:

Na mensagem acima, o usuário devera clicar em "novo código de acesso", ou então clicar diretamente na página de login do eSocial e depois em "Primeiro Acesso". Serão solicitadas as seguintes informações na geração de novo Código de Acesso:

O eSocial busca exatamente os números de declaração do imposto de renda que existem na base. Havendo 2 declarações, retorna os 2 últimos recibos, Havendo uma, retorna apenas esse. Não existindo recibos nos últimos 5 anos, solicita o título de eleitor.

Observações:

O empregador que apresentou declaração retificadora do imposto de renda deverá utilizar o número do recibo de entrega da declaração retificadora.
O número do recibo de entrega deve ser informado com 10 dígitos (sem DV).
Caso o empregador não saiba o número do recibo de entrega, poderá recuperá-lo no Portal do e-CAC ou em uma Unidade de Atendimento da RFB, mediante solicitação.

Caso o empregador não possua os recibos de entrega do imposto de renda e também não possua título de eleitor, deverá utilizar necessariamente o Certificado Digital.

Certificado Digital: o empregador que utiliza o certificado digital para acessar o eSocial não precisará gerar ou renovar o Código de Acesso. O sistema verificará a data de validade do próprio certificado para permitir o acesso.

Link: http://fenacon.org.br/noticias/esocial-codigo-de-acesso-possui-validade-de-03-anos-3804/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Saiba quais são as principais licenças remuneradas previstas na legislação brasileira



Confira as ocasiões em que o empregado pode se ausentar do trabalho sem prejuízo na remuneração

Todos os trabalhadores com carteira assinada têm direito de se ausentar do serviço em algumas ocasiões sem ter o dia ou o período descontado do seu salário. As licenças remuneradas estão previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas constituem situações específicas que precisam ser justificadas e documentadas para que não haja prejuízo na remuneração.

As principais licenças trabalhistas remuneradas previstas da CLT são:

Licença Óbito ou Nojo

Permite a ausência do trabalhador por dois dias consecutivos em caso de falecimento do cônjuge, pais ou filhos. Para comprovar a morte do familiar, o empregado deve entregar à empresa uma cópia do atestado de óbito. A contagem da licença começa a valer no dia da morte do familiar.

Licença Casamento ou Gala

Prevê até três dias de folga para empregados que acabaram de se casar. A licença começa a contar no dia do casamento civil. Para documentar basta uma cópia da certidão de casamento, porque o empregador também precisará alterar os dados em seus cadastros.

Licença por Doação de Sangue Voluntária

Uma vez por ano, o trabalhador pode se ausentar do trabalho para doar sangue. O órgão receptor da doação emite uma declaração que precisa ser entregue à empresa para comprovar a ausência.

Licença Vestibular

O trabalhador pode se ausentar nos dias em que precisar realizar provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior.

Licença Eleitor

Possibilita a ausência do empregado por dois dias consecutivos ou não, para se alistar como eleitor. Convocados para atuar nas eleições também têm direito a dois dias de folga por cada dia à disposição da Justiça Eleitoral.

Licença Juízo

Permite o afastamento do trabalho pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer à Justiça. Nesses casos, a Justiça emite documento comprovando o comparecimento.

Licença por Serviço Militar Obrigatório

Prevê afastamento no período em que o trabalhador tiver de cumprir as exigências do Serviço Militar (alistamento e seleção). O empregado deverá apresentar à empresa documento que comprove seu comparecimento às Forças Armadas.

Licença Sindical

Possibilita o afastamento pelo tempo que se fizer necessário, quando, na qualidade de representante de entidade sindical, estiver participando de reunião oficial de organismo internacional do qual o Brasil seja membro.

Licença Acompanhamento

Os pais têm até dois dias para acompanhar consultas médicas e exames complementares durante o período de gravidez da esposa ou companheira. Pais ou mães têm direito a um dia por ano para acompanhar filho de até seis anos em consulta médica. Para justificar a falta, basta entregar à empresa o atestado de acompanhamento do paciente.

Licença Paternidade

Prevê cinco dias de afastamento após o nascimento do filho. Servidores públicos federais e funcionários de empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã têm o período de licença ampliado para 20 dias. Também em caso de morte da mãe é assegurado ao pai empregado licença por todo o período de licença-maternidade ou pelo tempo restante que a mãe teria direito.

Licença Maternidade

As trabalhadoras têm direito de 120 dias de licença gestante. Esse período pode ser estendido para até 180 dias para servidoras públicas federais e funcionárias de empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã. Em caso de adoção, também é concedido salário-maternidade. Nesses casos, o adotante permanece em licença pelo período de 120 dias. Para os recém-nascidos, o pai também tem direito à licença paternidade. O direito se aplica a partir do momento da comprovação da adoção.

Licença médica

O benefício é dado ao funcionário, devido a um problema de saúde diagnosticado por um médico que impossibilite exercer suas funções. Até os 15 primeiros dias do afastamento, o funcionário obtém a licença médica, a partir do 16º dia, ele passa a receber o auxílio-doença, de responsabilidade do INSS.

Durante a licença remunerada, a ausência do empregado é justificada e computada no tempo de serviço. O período de afastamento será considerado para o cálculo do 13º salário. O trabalhador que permanecer de licença remunerada por mais de 30 dias não terá direito à aquisição de férias nesse período. Já no caso em que a licença concedida for de até 30 dias, o empregado continuará tendo direito ao gozo e remuneração das férias, considerando, inclusive, o tempo de afastamento para computar essa remuneração.

Link: http://www.contabilidadenatv.com.br/2018/10/saiba-quais-sao-as-principais-licencas-remuneradas-previstas-na-legislacao-brasileira/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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PIS/COFINS – Suspensão – Fretes na exportação



Bases: § 6º-A do art. 40 da Lei 10.865/2004 e Solução de Consulta Cosit 422/2017.

É suspenso da tributação pelo PIS e COFINS as receitas de frete, bem como as receitas auferidas pelo operador de transporte multimodal, relativas a frete contratado pela pessoa jurídica preponderantemente exportadora no mercado interno para o transporte dentro do território nacional de:

a) matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem adquiridos com suspensão do PIS e COFINS; e

b) produtos destinados à exportação pela pessoa jurídica preponderantemente exportadora.

Para fins do disposto em “b” o frete deverá referir-se ao transporte dos produtos até o ponto de saída do território nacional.

Entretanto, a suspensão não alcança a receita relativa a serviço de frete prestado por pessoa jurídica subcontratada por empresa transportadora.

Já a receita relativa à contratação de serviços de frete por filial de pessoa jurídica preponderantemente exportadora, para fazer o transporte das mercadorias a serem exportadas até o ponto de saída do território nacional, pode ser beneficiada pela suspensão do PIS e COFINS, nos termos legais.

Bases: § 6º-A do art. 40 da Lei 10.865/2004 e Solução de Consulta Cosit 422/2017.

Link: https://mapajuridico.wordpress.com/2018/10/11/pis-cofins-suspensao-fretes-na-exportacao/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Sancionada Lei que dispensa reconhecimento de firma e autenticação de documento



A Lei 13.726/2018 publicada no Diário Oficial de União de 09.10.2018, põe fim da obrigação de reconhecimento de firma, dispensa de autenticação de cópias e não-exigência de determinados documentos pessoais para o cidadão que lidar com órgão

A Lei 13.726/2018 publicada no Diário Oficial de União de 09.10.2018, põe fim da obrigação de reconhecimento de firma, dispensa de autenticação de cópias e não-exigência de determinados documentos pessoais para o cidadão que lidar com órgãos do governo.

Pela nova lei, órgãos públicos de todas as esferas não poderão mais exigir do cidadão o reconhecimento de firma, autenticação de cópia de documento, além de apresentação de certidão de nascimento, título de eleitor (exceto para votar ou registrar candidatura) e autorização com firma reconhecida para viagem de menor se os pais estiverem presentes no embarque.

Para a dispensa de reconhecimento de firma, o servidor deverá comparar a assinatura do cidadão com a firma que consta no documento de identidade. Para a dispensa de autenticação de cópia de documento, haverá apenas a comparação entre original e cópia, podendo o funcionário atestar a autenticidade. Já a apresentação da certidão de nascimento poderá ser substituída por cédula de identidade, título de eleitor, identidade expedida por conselho regional de fiscalização profissional, carteira de trabalho, certificado de prestação ou de isenção do serviço militar, passaporte ou identidade funcional expedida por órgão público.

Quando não for possível fazer a comprovação de regularidade da documentação, o cidadão poderá firmar declaração escrita atestando a veracidade das informações. Em caso de declaração falsa, haverá sanções administrativas, civis e penais.

Os órgãos públicos também não poderão exigir do cidadão a apresentação de certidão ou documento expedido por outro órgão ou entidade do mesmo poder, com exceção dos seguintes casos: certidão de antecedentes criminais, informações sobre pessoa jurídica e outras previstas expressamente em lei.

Link: https://mapajuridico.wordpress.com/2018/10/10/finalmente-sancionada-lei-que-dispensa-reconhecimento-de-firma-e-autenticacao-de-documento/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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ESocial – Inicia Hoje a Segunda Fase Para Empresas Com Faturamento até R$ 78 Milhões



A segunda fase do eSocial tem início nesta quarta-feira, dia 10 de outubro, abrangendo entidades empresariais do 2º grupo, com faturamento de até R$ 78 milhões no ano de 2016 e que não sejam optantes pelo Simples Nacional.

A segunda fase do eSocial tem início nesta quarta-feira, dia 10 de outubro, abrangendo entidades empresariais do 2º grupo, com faturamento de até R$ 78 milhões no ano de 2016 e que não sejam optantes pelo Simples Nacional.

Essa etapa envolve o envio de dados dos trabalhadores e seus vínculos empregatícios (eventos não periódicos) que vai entre 10/10/2018 até 09/01/2019.

As empresas de médio porte, cujo faturamento ficou entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões, iniciaram em julho de 2018 (primeira fase – cadastro do empregador e tabelas) o envio dados pelo eSocial. Isso já era obrigatório para estas empresas desde o início deste ano.

No tocante a micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional, inclusive o Microempreendedor Individual (MEI), destaca-se que não devem enviar eventos via sistema eSocial antes dos novos prazos estabelecidos para esse grupo.

As informações que já foram enviadas permanecerão no ambiente do eSocial e poderão ser retificadas ou complementadas quando o sistema reabrir para essas empresas, em janeiro de 2019, conforme novo cronograma publicado pela Resolução CDES 5/2018.

Veja o novo cronograma alterado pela Resolução CDES 5/2018.

Link: https://trabalhista.blog/2018/10/10/esocial-inicia-hoje-a-segunda-fase-para-empresas-com-faturamento-ate-r-78-milhoes/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Nova Versão da DCTF Mensal está disponível para download



O programa pode ser baixado pelo site da Receita Federal na internet

O Ato Declaratório Executivo Codac nº 20, de 5 de outubro de 2018, publicado no Diário Oficial da União do dia 8 de outubro, aprova a versão 3.5 do Programa Gerador da Declaração (PGD) de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) Mensal.

Essa nova versão do programa destina-se ao preenchimento de DCTF, original ou retificadora, inclusive em situação de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial, relativa a fatos geradores que ocorrerem a partir de 1º de agosto de 2014.
A página no site da Receita Federal, para download do PGD, pode ser acessada clicando aqui.

Link: http://fenacon.org.br/noticias/nova-versao-da-dctf-mensal-esta-disponivel-para-download-3796/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Aprovado Leiaute da Dmed/2019



Ato Declaratório Executivo Cofis nº 70/2018

Através do Ato Declaratório Executivo Cofis nº 70/2018, a Receita Federal aprovou leiaute do arquivo de importação de dados para o Programa Gerador da Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (PGD Dmed 2019) para apresentação das informações relativas aos anos-calendário de 2013 a 2018, situação normal, e de 2014 a 2019, nos casos de situação especial.

Clique aqui para baixar o Leiaute

Link: https://guiatributario.net/2018/10/10/aprovado-leiaute-da-dmed-2019/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


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Segurança e Saúde do trabalhador entram no eSocial



A área de Medicina e Segurança do Trabalho, que busca proteger e prevenir riscos e danos à vida dos colaboradores, está na legislação brasileira como norma a ser seguida - sob pena de multa - desde 1977, instaurada através da Consolidação das Lei

A área de Medicina e Segurança do Trabalho, que busca proteger e prevenir riscos e danos à vida dos colaboradores, está na legislação brasileira como norma a ser seguida - sob pena de multa - desde 1977, instaurada através da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Desde então, é obrigação das empresas e empregadores oferecerem um ambiente de trabalho com os menores riscos possíveis, instrumentos adequados para o desempenho das tarefas e acompanhamento médico periódico. E, se os riscos são inevitáveis, é de direito desses funcionários ter acesso a benefícios como insalubridade, periculosidade ou até mesmo uma aposentadoria especial.

Fora da teorização legal, no dia a dia da rotina de trabalho, embora obrigatórias, as medidas de medicina e segurança muitas vezes não são seguidas estritamente à risca. Porém, isso tende a mudar a partir de 2019 - 42 anos após a instauração da lei - quando todas informações referentes a essa área começarem a ser demonstradas no Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Antes, com fiscalização presencial, o auditor ia porta a porta nas empresas verificar as obrigatoriedades. A partir do próximo ano, esse processo será eletrônico e constante.

No cronograma oficial do Comitê Gestor do eSocial, as empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões devem começar a prestar os dados de saúde e segurança do trabalho em julho de 2019. Demais companhias privadas a partir de janeiro de 2020. Entidades optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoas físicas, produtores rurais e organizações sem fins lucrativos passam a informar em julho do mesmo ano. Entidades públicas começam as declarações em janeiro de 2021.

"A grande preocupação é que o empresário entenda o tamanho da responsabilidade e a importância que é ter esses controles, em razão das multas que agora vão começar a surgir", diz Lucas Barbieri, gerente de controladoria do escritório de contabilidade Contplan. Mesmo que as empresas terceirizem a contabilidade para as demonstrações no eSocial, elas não estão com todas as necessidades supridas em nível de segurança e medicina do trabalho, acrescenta Barbieri.

Os empreendimentos com área de Departamento Pessoal (DP), ou que contratam o serviço externo de contabilidade, e possuem a área Recursos Humanos (RH), também terão que fazer parcerias com prestadoras de serviço especializados na área. Estas terceirizadas terão de executar os diversos laudos obrigatórios de perícia do ambiente de trabalho e recolher os dados médicos dos funcionários, como exames periódicos.

A partir disso, os RHs ficam com a responsabilidade de manter os laudos atualizados e transmitir as informações para os contadores. Dependendo dos riscos ao trabalhador identificados nas vistorias, a renovação das mesmas tende a ser mais assídua.

"Nesse cenário, o RH faria um trabalho de meio de campo entre as especializadas que produzem os laudos periciais e a contabilidade, que transmite essas informações para o eSocial", diz Lilia Dias, supervisora de Departamento Pessoal da Contplan. Por isso, acrescenta a supervisora, para os empreendimentos que possuem DP e RH, a comunicação entre eles tem que ser plena, a relação deverá ser a mais estreita possível, já que um passa a depender do outro. "As empresas precisam entender que a segurança e saúde do trabalhador é a etapa mais complexa do eSocial e que demanda mais áreas", diz Lilia.

Embora os gestores de Recursos Humanos passem a adquirir outra grande responsabilidade no dia a dia de trabalho, a ajuda dos contadores será fundamental. Seja para evitar eventuais erros, informar sobre as obrigações e as datas limites, indicar a melhor a maneira de realizar as demandas e explicar as infrações que o preenchimento incorreto pode gerar, esses dois setores tornam-se dois pilares fundamentais para o sustento das corporações.

Empresas especializadas auxiliam no cumprimento das normas

Em busca do cumprimento de todas as vistorias e dados para que a medicina e segurança do trabalho seja declarada corretamente no eSocial, os gestores podem contratar empresas especializadas ou contar com o serviço de técnicos da própria empresa. As obrigações a serem cumpridas são Laudos Técnicos de Segurança do Trabalho e Programas de Controle de Saúde Ocupacional. Somados, eles compõem um diagnóstico sobre todos os riscos no ambiente de ofício e o acompanhamento médico de seus funcionários.

Entre os mais importantes estão Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT); o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO); Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA); Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Ao todo, são 36 Normas Regulamentadoras (NRs) que integram a área de medicina e segurança do trabalho.

Para facilitar o recolhimento e organização dos dados, foi desenvolvido um software brasileiro, intitulado SOC, para gestão dos dados gerados pelas demandas listadas acima. O sistema é um mediador e está habilitado para fornecer todas as informações do universo medicina e segurança para a plataforma do eSocial.

"As empresas de contabilidade, ou o Departamento Pessoal interno, fazem a parte de folha de pagamento. Nossa responsabilidade é a administração das informações do SOC. No final do processo, todos os dados se ligam no eSocial", diz Sabrina Aragão, diretora da Cometra, empresa gaúcha de consultoria na medicina e segurança do trabalho, que possui a licença de uso do SOC. Sabrina explica que a partir das ocorrências mensais de uma empresa, o software vai hospedando e organizando as informações em nuvem e, de acordo com a periodicidade do eSocial, essas informações são disponibilizadas, através de exportação, para o Sistema Público.

"O eSocial é gigantesco e a área de medicina e segurança representa apenas 10% desse processo. Por isso, SOC permite que os gestores deem mais atenção aos prazos de folha enquanto o software administra os outros dados", diz Patricia Charara, gerente de desenvolvimento organizacional da Cometra.

A Consultoria afirma que grande parte das empresas de médio e pequeno porte ainda estão bem atrasadas frente as obrigações que agora serão demonstradas no eSocial. "Existe uma ideia comum entre as empresas menores que nem tudo que está sendo solicitado será cobrado. Isso é um engano e pode trazer despesas maiores no futuro", diz Sabrina.

Porém, acrescenta Patricia, essa falta de preocupação não é só culpa empresas, mas também é do governo federal. "O problema também está nos órgãos reguladores que fazem muita confusão com as informações. Além disso, adiam constantemente os prazos de entrega, o que faz com que alguns empresários não tratem o eSocial com seriedade. "

Associação de Recursos Humanos investe em capacitações para gestores no conhecimento das demonstrações

Um importante fator para o cumprimento correto das demonstrações de segurança e saúde do trabalho no eSocial é o conhecimento dos gestores de Recursos Humanos sobre o tema. É de responsabilidade desse setor o agendamento das perícias no ambiente de trabalho, dos exames médicos e admissionais dos colaboradores e de todo o meio de campo entre Departamento Pessoal e técnicos na área de saúde e segurança

Pensando nisso, a Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio Grande do Sul (ABRH-RS) está promovendo uma parceria com Conselho Regional de Contabilidade do Estado (CRCRS) para capacitar os atores envolvidos nessas obrigações.

Enquanto a primeira fase dos cursos abrange as demonstrações de folha de pagamento e é destinada aos Departamentos Pessoais (DP), a segunda etapa foca na capacitação dos Recursos Humanos (RHs) e técnicos na segurança de trabalho. "Existe muita informação teórica do eSocial, mas pouca coisa sobre a implantação prática. Buscamos capacitações nesta direção", diz Laira Seus, vice-presidente em educação corporativa da ABRH-RS.

Outro ponto que tem atrapalha os responsáveis pela declaração no eSocial é a complexidade do leiaute na plataforma do sistema, que não dialoga com a prática dentro das empresas. "O maior problema que temos não é interno, mas externo. "O sistema do governo é muito difícil", tem sido essa a crítica geral dos gestores de RHs", diz vice-presidente. Ela acrescenta que não tem conseguido fechar os eventos do eSocial porque este assinala erro no preenchimento, mas não informa o que está errado.

De acordo com a representante da ABRH-RS, que também é gestora de RH da Ciber, empresa que atua no setor de equipamentos para construção rodoviária, o eSocial, principalmente na saúde e segurança do trabalho, vai demandar uma responsabilidade que o Recursos Humanos nunca teve, mas que isso é positivo. "Os responsáveis pelas demonstrações no eSocial estão tendo que se atualizar, que mudar uma cultura empresarial que não será mais aceita. O trabalho da ABRH-RS é incentivar esse movimento de mudança", ressalta a vice a presidente da Associação.

Os gestores de RH, mesmo com todo aparato burocrático do eSocial, não podem olhar o Sistema como uma obrigação desnecessária, opina Laira, mas como um investimento de tempo e de disponibilidade dos RHs para algo maior. "O ganho no futuro será imenso, mesmo que ainda seja necessário mudar algumas características do sistema. "

Sistema jurídico e governamental

O formato de análise do eSocial solicita que as empresas repassem informações para os entes formadores do sistema - Ministério do Trabalho, Previdência Social, Instituto Nacional da Seguridade Social, Receita Federal, Caixa Econômica. "Especificamente na segurança e saúde do trabalho, esses órgãos reguladores querem identificar se a legislação é cumprida", analisa Paulo Jacob, consultor jurídico especializado nas áreas trabalhistas e previdenciárias, e instrutor da Karlinski Treinamentos Empresariais, ao destacar o aspecto jurídico da ferramenta.

O eSocial substituirá as principais obrigações acessórias que a área de Recursos Humanos entrega para o governo atualmente, que são Sefip, Rais e Caged, entre outros.

Atuante na capacitação de servidores para o trabalho direto no eSocial, Jacob observa uma preocupação muito grande dos gestores responsáveis pelas demonstrações, mesmo que as empresas ainda estejam lentas na adequação. "Usar as plataformas testes que o eSocial libera é fundamental para um preenchimento correto", orienta. No caso da segurança e saúde do trabalho, a plataforma será lançada em março de 2019.

O controle da União será individualizado, por meio do CPF de cada colaborador, o que permite o mapeamento de risco dentro de arquivos digitais. Outro ponto importante é, que a partir da revisão de mapeamento de risco, poderão ser detectados direitos adicionais de insalubridade, periculosidade ou aposentadoria especial, antes não identificados. Caso ocorra essa revisão, é preciso atentar também ao impacto tributário.

A fim de evitar surpresas e identificar os riscos estruturais no local de trabalho antes das declarações para o eSocial, o instrutor lista algumas das principais demandas a ser testadas com o lançamento da plataforma de experimentação.

Os mais importantes, de acordo com Jacob, são a NR6, que trata sobre os Equipamentos de Proteção Individual; a NR7, sobre os Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional; a NR 9, que dispõe sobre os Programas de Prevenção de Riscos Ambientais; e, por fim, o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), documento que reúne dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica, durante todo o período em que o colaborador exerceu suas atividades.

Link: https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cadernos/jc_contabilidade/2018/10/650954-seguranca-e-saude-do-trabalhador-entram-no-esocial.html

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36265

Receita Federal divulga versão atualizada de modelo de dados do sistema informatizado associado ao regime aduaneiro de lojas francas de fronteira terrestre



A atualização decorre de ajustes identificados como necessários em testes realizados no projeto piloto

A fim de viabilizar a implementação do regime aduaneiro especial de loja franca de fronteira terrestre, a Receita Federal trabalha no desenvolvimento da interface de comunicação entre os seus sistemas internos de controle e fiscalização aduaneira e os sistemas informatizado das empresas interessadas em operar o referido regime.

Com o intuito de dar publicidade e viabilizar o desenvolvimento de soluções de TI dessas empresas, no início do ano a Receita Federal divulgou o modelo de dados que deveria servir como parâmetro de conexão entre os sistemas de governo e privados.

À época, foi alertado que o referido modelo poderia sofrer pequenas modificações decorrentes de testes que seriam realizados ainda no primeiro semestre de 2018 em parceria entre a Receita Federal e as empresas interessadas em participar do projeto piloto.

Além da necessidade de ajustes encontrados nos referidos testes, os eventos de homologação do sistema, que realizará a interface de comunicação entre os seus sistemas internos de controle e fiscalização aduaneira e os sistemas informatizado das empresas, levaram à necessidade de atualização do modelo de dados .,

A sua versão mais recente pode ser encontrada aqui

Link: http://idg.receita.fazenda.gov.br/noticias/ascom/2018/outubro/receita-federal-divulga-versao-atualizada-de-modelo-de-dados-do-sistema-informatizado-associado-ao-regime-aduaneiro-de-lojas-francas-de-fronteira-terrestre

Fonte:

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Receita Federal divulga norma sobre a Dirf 2019



A Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) 2019 deverá ser apresentada até as 23h59min59s do dia 28 de fevereiro de 2019

Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa RFB nº 1.836, de 2018, que dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte referente ao ano-calendário de 2018 – Dirf 2019. O objetivo é possibilitar o correto cumprimento dessa obrigação acessória pelos declarantes previstos na norma.

As duas alterações principais relativamente aos anos anteriores são:

1 - previsão de obrigatoriedade de declaração das informações referentes aos beneficiários de rendimentos de honorários advocatícios de sucumbência, pagos ou creditados aos ocupantes dos cargos de que trata o caput do art. 27 da Lei nº 13.327, de 2016, das causas em que forem parte a União, as autarquias e as fundações públicas federais; e

2 - exclusão da obrigatoriedade de apresentação da Dirf 2019 pelas pessoas jurídicas de que trata a Lei nº 12.780, de 9 de janeiro de 2013, relacionadas à organização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

A apresentação da Dirf 2019 é obrigatória para pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais tenha incidido retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), ainda que em um único mês do ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros.

A Dirf 2019 deverá ser apresentada até as 23h59min59s do dia 28 de fevereiro de 2019 através do Programa Gerador de Declarações – PGD Dirf 2019 – de uso obrigatório – a ser disponibilizado pela Receita Federal em seu site na internet, a partir do primeiro dia útil de janeiro de 2019.

A aprovação do leiaute aplicável aos campos, registros e arquivos da Dirf 2019 para fins de importação de dados ao PGD Dirf 2019 será divulgada por meio de Ato Declaratório Executivo, a ser expedido por esta Coordenação-Geral de Fiscalização (Cofis).

Link: http://idg.receita.fazenda.gov.br/noticias/ascom/2018/outubro/receita-federal-divulga-norma-sobre-a-dirf-2019

Fonte:

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Aspectos práticos da exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da COFINS



A União Federal ainda tenta uma reanálise da matéria via embargos de declaração e a modulação de efeitos da decisão, determinando que ela produza efeitos apenas para o futuro

Depois de 20 anos, em março de 2017, o STF (Supremo Tribunal Federal) colocou um ponto final em uma das maiores discussões tributárias. Ao julgar o Recurso Extraordinário nº 574.706 os ministros firmaram o entendimento de que “o ICMS não compõe a base de cálculo para a incidência do PIS e da COFINS”.

A União Federal ainda tenta uma reanálise da matéria via embargos de declaração e a modulação de efeitos da decisão, determinando que ela produza efeitos apenas para o futuro.

Considerando a importância da decisão do STF, e que a matéria foi debatida por muitos anos no Tribunal, são remotas as chances dos ministros voltarem atrás no seu entendimento.

Quanto ao pedido de modulação de efeitos, uma análise técnica deverá conduzir ao entendimento de que não há fundamentos jurídicos para que o STF isente a União Federal de devolver os valores pagos pelos contribuintes. Ou seja, do ponto de vista eminentemente técnico, o Supremo não deverá realizar a modulação de efeitos.

Apesar disso, ao considerar a relevância dos valores em discussão não se deve descartar a hipótese do STF fazer algum tipo de recorte temporal na sua decisão, atendendo a argumentos de cunho econômico.

Levando-se em consideração a jurisprudência do STF, caso decida modular os efeitos do que foi decidido no RE 574.706, o mais provável é que o Tribunal reconheça que aqueles contribuintes que já possuíam ação proposta ao tempo do julgamento do STF poderão recuperar os valores pagos indevidamente.

O fato, contudo, é que, mesmo com a pendência de julgamento dos embargos de declaração da União, todos os Tribunais, inclusive o próprio STF, já estão aplicando o entendimento do Supremo, e diversas empresas já tiveram o encerramento favorável dos seus processos.

No que se refere aos aspectos práticos derivados da decisão do STF, deve-se chamar a atenção de modo especial para o cuidado que os departamentos fiscais e contábeis das empresas deverão ter para realizar a correta quantificação dos créditos e operacionalização da decisão.

Considerando que muitos processos tramitam há dez, 15, 20 anos, os contribuintes poderão ter dificuldades para reunir toda a documentação. Diversos aspectos também deverão ser cautelosamente observados para o cálculo do valor a ser recuperado. Uma incorreta quantificação dos valores pode ocasionar a fixação de sucumbência para aquelas empresas que buscarão a recuperação do indébito via precatório; ou o indeferimento de compensações, com a imposição de penalidades, para quem preferir compensar os valores pagos indevidamente.

As empresas também deverão avaliar quando realizar o reconhecimento contábil desse ativo, bem como o momento do seu oferecimento à tributação. As normas contábeis fixam diversos requisitos para que a contabilização possa ocorrer, os quais precisam ser avaliados à luz da realidade de cada empresa; e a RFB possui entendimento definido quanto ao momento de tributação, o qual, contudo, poderá ser objeto de questionamento.

Por fim, em decorrência da decisão proferida pelo Supremo muito se tem discutido sobre a extensão do entendimento firmado a outros tributos que compreendam uma sistemática de apuração semelhante, questão essa que já vem sendo objeto de análise pelo Poder Judiciário com decisões favoráveis em alguns casos.

Devido à importância do tema, tais questões foram objeto de debate no Gietri – Grupo de Intercâmbio de Experiências em Assuntos Tributários, da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), no mês de setembro, onde foram apresentados os principais aspectos a serem observados para que as empresas possam se beneficiar da melhor maneira possível do posicionamento firmado pelo STF, maximizando benefícios e mitigando riscos.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/aspectos-praticos-da-exclusao-do-icms-da-base-de-calculo-do-pis-e-da-cofins/126667/

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36276

Eu motivo a minha equipe. E quem me motiva?



Na maioria das vezes esse é um dos grandes erros do empreendedor: querer separar suas essências profissionais das pessoais

No mundo corporativo sempre ouvimos falar na necessidade de manter a equipe motivada para que os resultados sejam alcançados de maneira eficaz e para que a qualidade de vida dentro da empresa seja mantida. Para isso é necessário que haja um líder à frente da equipe que possa identificar pontos de motivação e aplicar na prática ações de incentivos. Na realidade das pequenas empresas, geralmente esse líder é o próprio dono do negócio. Mas quem motiva esse líder?

Não é tarefa fácil motivar o outro quando nós mesmos não sabemos ao certo o que nos motiva. É necessário que o empresário saiba quais são as suas necessidades mais intrínsecas, essenciais para mantê-lo em linha reta. E, nesse caso, não são apenas suas necessidades empresariais, mas principalmente suas necessidades pessoais. Na maioria das vezes esse é um dos grandes erros do empreendedor: querer separar suas essências profissionais das pessoais.

Quando se trata de motivação, o empresário não deve separá-las, mas sim identificar os pontos convergentes e saber que uma complementa a outra. Uma necessidade pessoal fará com que o líder tenha que se empenhar em algo específico dentro da empresa, assim como o inverso também é verdadeiro.

Ao entender essa lógica, talvez fique mais clara a busca pela sua própria motivação, entendendo que esta dependerá do seu autoconhecimento e não necessariamente de incentivos externos, como o bom desempenho dos colaboradores, por exemplo.

Portanto, o ideal é que o empreendedor entenda sua essência e a busque nos pequenos ganhos do dia a dia, seja em uma boa conversa com um cliente, um elogio espontâneo e até mesmo na solução de um problema. Um bom exercício que pode ser feito pelo empreendedor é se perguntar: “Por que eu abri esta empresa? ”. Essa autoanálise irá determinar se a motivação do negócio ainda está ativa.

Link: https://economia.estadao.com.br/blogs/sua-oportunidade/eu-motivo-a-minha-equipe-e-quem-me-motiva/

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36275

Salário por fora: pode ou não pode?



Entenda as implicações desta prática, ilícita sob a ótica da Justiça do Trabalho

A prática informal do salário por fora não é exatamente uma novidade no mercado de trabalho brasileiro.

Embora possa partir de um consenso entre patrões e empregados a partir da tese de que o salário por fora traz benefícios para ambos – redução de custos para as empresas e ganhos integrais para o colaborador que se isenta de uma série de impostos e pode até pagar um valor menor de Imposto de Renda – a verdade é que essa alternativa traz sérios riscos dentro de seu pacote de aparentes vantagens.

Uma simples fiscalização trabalhista, ou ainda uma reclamação trabalhista (que é de iniciativa do trabalhador), é suficiente para que a prática do salário por do fora resulte em ações onerosas, multas e graves penalizações ao empregador.

Ao abordarmos este tema nos dias atuais, é interessante tomarmos como ponto de partida a reforma trabalhista (Lei nº 13.467/17). Para muitos, a partir da reforma – que, em determinados contextos, flexibiliza as relações de trabalho no país – as ações como o pagamento de salário por fora, tornaram-se, simplesmente, parte do jogo, sendo uma das opções estratégicas passíveis de serem utilizadas pelas empresas do país.

Neste artigo, vamos explicar porque essa crença é enganosa e buscar esclarecer, definitivamente, que a flexibilidade que a reforma propõe não deve ser entendida como uma total ausência de regras e parâmetros a serem seguidos no universo das leis que regem o trabalho no país.

Antes e depois da Reforma Trabalhista: o que mudou

Para compreendermos de maneira pontual quais são as principais aplicações da reforma sobre a questão do salário por fora, o primeiro fator a ser elucidado é a definição de salário: Salário, segundo a doutrina, é a soma de todas as atribuições econômicas pagas diretamente pelo empregador ao empregado, como contraprestação ao trabalho realizado, ou seja, retribuição ao trabalho.

Além da verba salarial fixa propriamente dita, entram ainda no rol de benefícios assegurados pela Constituição Federal e CLT questões como o 13º, Férias e Adicional de Insalubridade.

Dito isso, o que a reforma estabelece é a retirada de determinadas incumbências trabalhistas do leque de verbas salarias, colocando-as como remunerações externas e não mais sujeitas a tributações fiscais e previdenciárias. Elas são: determinados prêmios, diárias de viagens e abonos pagos pelo empregador. Desta forma, aliviando-as dos encargos previdenciários e trabalhistas, elas seriam pagas com maior frequência, beneficiando os empregados com um aumento de recebíveis e empregador, com maior segurança jurídica

O maior ponto de atenção agora é a frequência destas remunerações extras. Elas podem existir, contanto que sejam ocasionais e não motivadas pela contraprestação ao trabalho realizado. Sendo assim, caso tenham natureza habitual e não façam parte do montante salarial estipulado – e declarado – poderão ser categorizadas como fraude por parte do empregador.

Problemáticas da reforma trabalhista acerca do salário e remuneração

Além disso, de acordo com o novo texto, o conceito de salário é integrado pelo valor fixo estipulado, pelas gratificações legais e pelas comissões pagas pelo empregador ao funcionário; ou seja, a reforma trabalhista tenta limitar o rol do que pode vir a ser considerado como salário. Todavia, deve se seguir o entendimento de que tal artigo é meramente exemplificativo, e, assim sendo, não só a importância fixa, como gratificações e comissões devem ser consideradas como integrantes do salário, pois há diversos outros pagamentos, que pelas suas características de habitualidade e pagas pelo empregador, também tem sua natureza salarial reconhecida, como o adicional noturno e adicional de periculosidade.

Outro tema que gera discussão foi a retirada do limite de 50% das ajudas de custo e diárias de viagens no que tange ao reconhecimento da natureza salarial destes pagamentos, podendo acarretar em uma maior incidência de fraudes trabalhistas e tributárias. Entretanto, é necessário cautela em tais pagamentos, pois há correntes doutrinárias que entendem ser ônus do empregador elucidar e demonstrar a natureza de tal abono, demonstrando efetivando que se trata de uma ajuda “para” o trabalho e não “pelo” trabalho.

Ademais, no que tange ao prêmio, a Reforma teve como objetivo dirimir dúvidas e evitar fraudes, determinando que o mesmo deve ter como objetivo situações em que o empregado aufere desempenho superior ao ordinariamente esperado, não podendo ser previsto, nem ter o intuito de remunerar metas previamente definidas. Cabe destacar que, igualmente a ajuda de custo, entende-se que fica a cargo do empregador demonstrar a real natureza de tal pagamento.

Outro ponto que gera debate são as gratificações, pois com a alteração de “gratificações ajustadas” para “gratificações legais” no §1º, do artigo 457 da CLT, pode-se entender que aquelas gratificações que foram criadas por liberalidade do empregador ou por forças de costumes se distinguem daquelas ligadas ao contrato de trabalho, e, portanto, deixam de ter natureza salarial, sendo somente consideradas as gratificações legais, por exemplo, a gratificação de natal (13º salário). No entanto, os empregadores devem ter cautela, pois a chance de que, demonstradas as características salariais de tais pagamentos, os mesmos continuarem a possuir natureza salarial é grande, eliminando, desse modo, a eventual economia que teria sido obtida com a desoneração de encargos socias e reflexos trabalhistas de tais pagamentos.

Por fim, devemos citar o vale-refeição o qual apesar de não possuir natureza salarial, era por força da Súmula 241 do Tribunal Superior do Trabalho, caracterizado como salário. Com a Reforma Trabalhista, foi determinado que não sendo em dinheiro, o vale é desprovido de natureza salarial. Deve-se ressaltar que, além da ausência de concessão do vale em dinheiro, também deve ser respeitada as diretrizes estipulas pelo Programa de Alimentação do Trabalhador (Lei nº 6.321/76).

Em suma

Por fim, compreende-se que o tom predominante que resulta das alterações propostas pela reforma é o de flexibilização, e não de permissão generalizada como muitos podem equivocadamente entender. Flexibilizações estas que detém suas próprias regras e condições, e infelizmente, muitas dúvidas, tornando o tópico um tanto complexo e arriscado para as empresas que não agirem conforme cada uma de suas especificações.

Para estar dentro de todos estes parâmetros do que é ou não permitido, um olhar técnico, especializado e minucioso se torna indispensável. Por isso, profissionais especializados nos temas trabalhistas acabam por ter um papel fundamental no atual cenário do país.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/salario-por-fora-pode-ou-nao-pode/126700/

Fonte:

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Transações financeiras também pelo WhatsApp



Serão 11 tipos de serviços que os clientes do Banco do Brasil poderão fazer pelo aplicativo de mensagens

Clientes do Banco do Brasil (BB) agora podem fazer transações financeiras por meio do WhatsApp.

Ao todo, 11 tipos de serviços podem ser realizados pelo aplicativo de mensagens.

O banco está liberando a novidade para cerca de 500 mil clientes a cada semana, mas a ferramenta estará disponível a todos os correntistas nas próximas semanas.

De acordo com o BB, as seguintes transações estão disponíveis por meio do WhatsApp: transferências, consulta do código Iban (que indica o número de conta internacional), recarga de celular, liberação de cartão, saldo de conta corrente, extrato de conta corrente, saldo de poupança, extrato de poupança, extrato de fundos de investimento, rastreio de cartão e emissão de fatura de cartão.

Desde junho, o banco oferece consultas pelo WhatsAp e pelo Twitter.

Agora, a ferramenta foi expandida para transações financeiras. Todas as operações são executadas por um sistema de inteligência artificial.

Segundo o Banco do Brasil, as transações são seguras porque são criptografadas de ponta a ponta.

Para acessar o Banco do Brasil no WhatsApp, é necessário apenas salvar o telefone (61) 4004-0001 no celular e iniciar uma conversa.

No caso de consultas, o banco envia um código de confirmação por meio de notificações push ou por SMS.

Para as demais transações, o cliente também deverá digitar a senha, antes de receber uma resposta em texto confirmando a transação.

Se houver necessidade de atendimento humano, o cliente será encaminhado a um funcionário do banco.

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/economia/transacoes-financeiras-tambem-pelo-whatsapp

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36272

"Não sou pago para isso". Não mesmo? Está na hora de rever seus conceitos



Se você não está disposto a fazer mais, então nunca se iluda esperando por mais, pois a vida é cruel nesse sentido: sem plantio não há colheita, mas em compensação o choro é livre e farto.

Outro dia estava com a minha filha de 3 anos no shopping e parei rapidamente numa dessas lanchonetes famosas que vendem mate, do qual sou frequentador de longa data, para comprar um suco de açaí e uma porção de pão de queijo.

Enquanto aguardávamos no balcão o nosso pedido, brincava com ela na maior farra até que uma voz mais forte em tom de esporro chamou a minha atenção:

– Está no código de defesa do consumidor! Vocês tem que aceitar o dinheiro e me dar o troco!

– Senhora, estamos sem troco no momento. Você não gostaria de levar mais alguma coisa? – disse a moça que estava no caixa.

– Não quero mais nada. Só quero isso e o troco. E, se não tem, vai dar uma volta no shopping para trocar o dinheiro! Se virem!

Sabe aquele momento em que se faz um silêncio sepulcral? Pois é, até a minha filha, que estava fazendo a maior algazarra, subitamente parou. Foi quando percebi uma segunda funcionária, que tentava apaziguar os ânimos, olhando para uma terceira funcionária dizendo algo do tipo “vai lá”, e aí esta respondeu de bate-pronto:

– Não vou não, pois não sou paga para isso.

Nisso o meu pedido chegou, a minha filha saiu correndo com o pão de queijo na mão e lá fui eu correr atrás dela, perdendo o final desta história e sem poder tentar ajudar de alguma forma.

O ponto é que, independente de quem estava com a razão (a princípio, para mim quem trata o outro com ignorância perde qualquer razão, mas como não vi o início da confusão não irei fazer qualquer julgamento), aquela frase dita pela terceira funcionária, ainda que proferida quase que em sussurro, me incomodou profundamente.

– Não sou paga para isso.

Com todo o respeito, este é o pensamento clássico das pessoas que dificilmente irão evoluir na carreira ou na vida, e que depois irão chorar pelos cantos dizendo que nunca têm sorte, que nada acontece, que são sempre preteridas nas promoções e que o patrão vive implicando com elas.

Mas por que será, hein?

Antes de mais nada, qual é o papel dos atendentes? Apenas anotar os pedidos e entregar os produtos corretos para os clientes? É claro que não, pois isto é a parte do todo que é, como o próprio nome já diz, atender. E atender significa que eles precisam cuidar dos clientes com relação a tudo o que a loja oferece da melhor forma possível, incluindo sim verificar essa questão do troco.

Agora imagina se essa funcionária, a que “não é paga para isso”, ao invés de falar essa sandice, não tivesse chamado as outras funcionárias de canto e falado:

– Vamos lá meninas: quanto é que falta? Vamos ver quanto cada uma tem na carteira agora e resolvemos o problema imediatamente. Depois alguém vai lá trocar o dinheiro na praça de alimentação e a gente acerta, ok?

As meninas até nem poderiam ter essa diferença em dinheiro nas suas carteiras, e este é apenas um exemplo de uma possível solução rápida e contingencial, mas a grande questão é a ATITUDE pró-ativa e pró-solução que estava demorando a aparecer – pelo menos até onde a minha filha me deixou acompanhar, e que esta funcionária fez questão de enterrar com uma pá de cal.

Pouco importa, inclusive, se ela cumpre todos os requisitos técnicos para desempenhar essa função, pois no momento de crise ela conseguiu demonstrar, de uma tacada só, que além de não ter uma atitude pró-solução, também não joga com o time, simplesmente tirando o corpo fora porque “não é paga para isso”.

E é a atitude que faz toda a diferença – positiva ou negativamente.

Afinal de contas, são justamente nos momentos de crise que as pessoas com atitude e sangue nos olhos conseguem se destacar ainda mais, achando soluções para resolverem os problemas de forma no mínimo satisfatória – e, muitas vezes, até encantadora, enquanto que as sem atitude permanecerão no seu limbo pessoal remoendo as mágoas com a certeza do dever cumprido ao tirar o corpo fora porque ou “não é paga para isso” ou “não é problema meu”.

Não mesmo?

Tudo bem.

Se, assim como essa funcionária, você também não está disposto a fazer mais, então nunca se iluda esperando por mais, pois a vida é cruel nesse sentido: sem plantio não há colheita, mas em compensação o choro é livre e farto.

A escolha é sua.

Link: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/nao-sou-pago-para-isso-nao-mesmo-esta-na-hora-de-rever-seus-conceitos/102396/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36263

Compliance: queremos transparências para as empresas



Com os efeitos da Lava Jato, não basta parecer “transparente”, possuir um Código de Ética ou até regras de governança corporativa – temos que respirar compliance no dia a dia

Falar em Compliance empresarial é um fato que não podemos negar ou desconhecer. Os programas de compliance nasceram com as instituições financeiras, mas vem alcançado alto mérito em quaisquer tipos de negócios, sem importar o tamanho da empresa. O termo em inglês “to comply” significa agir de acordo com a regra, em conformidade (ou compliance), com ela. Mas será que este tema está avançando nas empresas brasileiras?

A Lei anticorrupção 12.846/13 avançou muito ao prever que todas as empresas que mantenham relações com órgãos públicos adotem “um conjunto de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades e na aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta, políticas e diretrizes, com objetivo de detectar e sanar desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos praticados contra a administração pública, nacional ou estrangeira”.

Com os efeitos da Lava Jato, não basta parecer “transparente”, possuir um Código de Ética ou até regras de governança corporativa – temos que respirar compliance no dia a dia e nossos empregados devem ter clara compreensão do seu grau de extensão. As empresas vêm adotando agenda firme e qualificada, pois sabem que estas iniciativas geram valor agregado à sua reputação, além despontar como fator determinante à atratividade e manutenção de empregados. Hoje é muito comum os empregados avaliarem o grau de transparência e de confiança no ambiente de trabalho. Passa a ser, inclusive item de pesquisas de satisfação, ou daquelas que buscam qualificar-se “as melhores empresas para se trabalhar” - daí a relevância do compliance ou de iniciativas como “speak up!” (“fale”!) que visa incentivar trabalhadores a falar sobre temas sensíveis ou denunciar e questionar práticas e desvios das políticas internas da organização.

Sabemos que, com o número cada vez crescente de regulações no Brasil e no Mundo, os programas de Compliance passam a exercer um papel cada vez maior na garantia da conformidade e os empregados exercem papel crucial na disseminação dos valores e princípios, garantindo o controle de ineficiências da estrutura organizacional e a adoção de medidas corretivas mais rápidas e eficientes.

Surge a dúvida - “Qual departamento é o responsável pelo Compliance Empresarial?” Um departamento dedicado e autônomo formado por um profissional especializado ou um grupo de funções, que se dedicam à análise dos processos e mapeamento de riscos que estabelecem as prioridades e dão maior visibilidade ao programa e suas metas.

Vários temas são tratados neste universo, inclusive relacionados a relação de empregado, tais como assédio moral, performance de empregados, abuso de autoridade, dentre outros exemplos que são submetidos ao canal de denúncia e, podem se detectar eventos que desconstroem o ambiente de trabalho saudável. Não vale dizer que todos os problemas de Recursos Humanos serão tratados pelo Compliance Officer, mas o canal de denúncia auxilia nos treinamentos e melhorias dos processos organizacionais, podendo recomendar medidas disciplinares se constatados desvios de comportamentos não aceitáveis na organização.

Empresas transparentes e rentáveis possuem seguramente uma plataforma de compliance empresarial. Se sua empresa ainda não possui - comece já! Estes programas inspiram os empregados a “vestir a camisa” e se revelam altamente estratégicos e exitosos para os negócios. Todos ganham!

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/compliance-queremos-transparencias-para-as-empresas/126681/

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36262

Como as empresas podem ajudar na saúde mental de seus funcionários?



Até 2020, a depressão será a enfermidade mais incapacitante em todo mundo. Pelo menos é o que mostram dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que também apontam que os casos da doença estão aumentando 18,4% no mundo todo desde

Até 2020, a depressão será a enfermidade mais incapacitante em todo mundo. Pelo menos é o que mostram dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que também apontam que os casos da doença estão aumentando 18,4% no mundo todo desde 2005. Além disso, apenas no Brasil, em 2016, cerca de 75,3 mil trabalhadores foram afastados pela Previdência Privada por conta de depressão. Em um cenário alarmante como este, a saúde mental ganha cada vez mais importância e até mesmo as empresas começaram a perceber que podem ajudar nesta causa.

“A preocupação com a saúde mental dos funcionários, inclusive, tornou-se um grande diferencial de algumas organizações”, afirma Thatiane C. Rosa, Analista de Recursos Humanos da ValeCard, empresa especializada em soluções para o segmento de Recursos Humanos. Ainda de acordo com ela, este tipo de iniciativa é benéfico para a própria empresa, pois colabora para a criação de um clima mais ameno no ambiente de trabalho, favorece uma melhor qualidade de vida e satisfaz os funcionários.

A própria ValeCard, inclusive, oferece ações deste tipo para seus colaboradores, além de estarem sempre incentivando que seus clientes façam o mesmo. “Trabalhamos com psicoeducação, por meio de palestras tratando temas de saúde mental e levando, ao colaborador, informações referentes ao assunto. Nosso objetivo é que ele entenda a importância de um cuidado contínuo com a saúde mental”, relata Thatiane.

A inteligência emocional como aliada

Heloísa Capelas, especialista em inteligência emocional e diretora do Centro Hoffman, reforça que o estabelecimento de um ambiente positivo é o primeiro passo para garantir o equilíbrio emocional dos funcionários. “Problemas, coisas ruins, vão acontecer. No entanto, a maneira como você os enxerga e a energia que passa para a sua equipe faz toda a diferença. Ser positivo e encarar os fatos de maneira íntegra é importante para não permitir que o acontecimento ruim atinja a todos e faça parecer com que tudo esteja desabando”, afirma.

Ainda segundo Heloísa, muitas vezes, é apenas uma face do conjunto que está apresentando problemas e, certamente, há uma forma de recuperação. “Isso vale tanto para os relacionamentos internos na sua empresa quanto externos, com os clientes, por exemplo, e até mesmo nos relacionamentos pessoais”, diz.

A especialista também afirma o quanto o sentimento o autoconhecimento pode auxiliar – e muito – na construção de um ambiente profissional favorável a todos. De acordo com ela, “todos nós temos 98% de coisas boas e 2% de coisas ruins. Mas costumamos focar sempre nos 2%, o que faz parecer que, na verdade, somos 98% ruins. A negatividade atrapalha nossa evolução. Portanto, temos que investir nas coisas boas que temos para exercermos a chamada liderança interna”.

Link: http://www.deducao.com.br/index.php/como-as-empresas-podem-ajudar-na-saude-mental-de-seus-funcionarios/

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Dólar fecha em queda de novo, no embalo das eleições e do exterior



Além de os investidores seguirem animados com a candidatura de Jair Bolsonaro, pesou também o rebaixamento do FMI da previsão para o crescimento da economia mundial

O dólar teve novo dia de queda, mesmo depois de terminar a segunda-feira no menor valor em dois meses. A moeda americana à vista caiu mais 1,28% nesta terça-feira (09/10), chegando a R$ 3,7155, a cotação mais baixa desde 3 de agosto, quando fechou em R$ 3,708.

Os investidores seguiram animados com a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), sobretudo após começarem a circular nomes para seu futuro ministério, caso vença as eleições, o que estimulou novo desmonte de posições compradas dos investidores.

Além das eleições, também pesou a queda do dólar no exterior, após o Fundo Monetário Internacional (FMI) rebaixar a previsão para o crescimento da economia mundial.

Nos últimos cinco dias úteis, o real foi a moeda que mais se valorizou no mundo, considerando uma lista de 42 divisas de países desenvolvidos e emergentes, segundo levantamento do Banco Fibra.

Apenas em outubro, o dólar já caiu 8,3%. O real chegou a registrar o terceiro pior desempenho ante o dólar no acumulado do ano, com a moeda dos EUA valorizando 25% aqui, atrás somente do peso argentino e da lira turca. Com a melhora recente, a alta do dólar no Brasil em 2018 se reduziu para 12%, e o real passou a ter o sétimo pior desempenho.

Especialistas em câmbio avaliam que o dólar já caiu demais nos últimos dias e agora atingiu um ponto de suporte em R$ 3,70. Alguns operadores acreditam que, ao menos no segundo turno, se não surgir um fato novo no cenário político, a moeda deve ficar na casa dos R$ 3,70 a R$ 3,80.

"Acho que chegou ao piso, considerando que estamos em meio a campanha do segundo turno", avalia Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora. Por isso, a divulgação da pesquisa do Datafolha, prevista para esta quarta-feira, deve ser acompanhada de perto pelo mercado.

Mas há no mercado casas que veem chance de a moeda cair ainda abaixo de R$ 3,70 no curto prazo. Se as pesquisas no segundo turno apontarem para um vitória de Bolsonaro, o real deve ganhar um pouco mais de força, escrevem os estrategistas de câmbio do banco alemão Commerzbank nesta terça-feira, em nota a clientes.

"Se Haddad for capaz de conseguir algum avanço, o real deve ficar sob pressão", afirmam eles. "A clara liderança de Bolsonaro no primeiro turno sugere que a vitória dele é provável."

O Commerzbank ressalta que as cadeiras na Câmara conseguidas pelo PSL, que terá a segunda maior bancada, atrás apenas do PT, ajudam a reduzir o temor sobre a governabilidade do capitão reformado do Exército.

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/financas/dolar-fecha-em-queda-de-novo-no-embalo-das-eleicoes-e-do-exterior

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Glossário do empreendedor: indicadores financeiros



O que significam e como calcular quatro indicadores que determinam o sucesso ou o fracasso de uma pequena empresa

O que motiva um empreendedor a criar uma empresa? Há muitas respostas. Pode ser desenvolver um negócio de impacto social para mudar o mundo para melhor; construir um legado ou deixar a vida de funcionário, com salário fixo e patrão, para conquistar maior liberdade.

Para além de todos esses fatores, às vezes mais emotivos do que racionais, há o interesse em ganhar dinheiro. Caso contrário, a pessoa abriria uma ONG ou faria trabalho voluntário em vez de criar um negócio.

E ganhar dinheiro com uma empresa é como realizar uma aplicação financeira. Numa lógica simplista, é necessário investir capital, escolher um bom mercado e aguardar o retorno financeiro com o passar do tempo.

No entanto, manter uma empresa demanda muito mais trabalho do que realizar um investimento em renda fixa, por exemplo. Empreender também é muito mais arriscado. Então, se é para entrar nesse jogo, o retorno precisa ser alto.

“Para o investimento se multiplicar é necessário cuidar muito bem da gestão financeira do negócio”, Marcelo Roque, CEO da Preço Certo, plataforma de gestão financeira voltada para pequenas e médias empresas.

Selecionamos quatro indicadores financeiros em que o empreendedor precisa ficar de olho. Veja o que significa e como calcular cada um deles.

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

O que é: variável que indica o valor que sobra da venda de um produto após descontados os custos de produção e as despesas de comercialização. Geralmente, é calculado de acordo com cada item e serve para mostrar o quanto cada produto vendido gera de lucro para a loja. Pode ser utilizada também como parâmetro para precificação. Se a margem de contribuição for muito baixa, a loja precisa ou vender muitas unidades, para lucrar pelo volume, ou reduzir os custos.

Como calcular: valor da venda do produto – (custos de produção + despesas de comercialização)

LUCRATIVIDADE

O que é: índice que toda empresa deseja aumentar. A lucratividade atesta a eficiência operacional do negócio como um todo.

De nada adianta um e-commerce faturar milhões se, por exemplo, o custo logístico e despesas de marketing causar um rombo no caixa.

Um bom caso (ou não) é a Dafiti. Fundada em 2011, o negócio só alcançou seu primeiro resultado operacional positivo em abril de 2018.

Porém, ainda não atingiu lucro devido ao fato de que o resultado não considera descontos de impostos e juros.

A empresa reportou receita líquida de venda de R$ 1,4 bilhão em 2017, um crescimento de 16,9% em relação ao ano de 2016.

Embora a estratégia da empresa seja ganhar mercado, o resultado final é a não lucratividade.

Assim, um pequeno e-commerce que fatura R$ 500 mil, e possui um total de custos fixos e variáveis de R$ 400 mil, dá mais lucro que a gigante Dafiti.

Como calcular: (Lucro Líquido / Receita Total) x 100

FLUXO DE CAIXA

O que é: basicamente, é o movimento de entrada e saída de dinheiro do caixa da empresa. Ou seja, os gastos à vista, as contas a pagar e os pagamento à vista e as contas a receber. O fluxo de caixa também contabiliza as operações que não são de vendas de mercadorias, como juros bancários, aquisições de imobilizados e rendimentos de aplicações.

O fluxo de caixa é uma importante métrica e pode ser acompanhado diária, semanal ou mensalmente. A capacidade que a empresa tem de gerar (e reter) caixa está intimamente ligada à proteção de risco de endividamento. Quando uma empresa não gera caixa e precisa recorrer a empréstimos, o risco de as contas se tornarem uma bola de neve é maior. Para se proteger de uma falência, as reserva de caixa são essenciais, ainda mais em momentos de crise ou baixas de vendas sazonais.

Como calcular: (total de entrada – total de saída no caixa) + saldo inicial do período

TIQUETE MÉDIO

O que é: indicador chave para medir o desempenho da equipe de vendas de uma loja. É o valor médio de cada compra que um cliente faz no estabelecimento. Aumentar o tíquete médio é importante porque vender mais para o mesmo cliente é mais barato do que vender pouco para vários consumidores, uma vez que o custo de aquisição do cliente impacta na lucratividade.

Há duas estratégias para aumentar o tíquete médio. A primeira é o cross-selling, que consiste em vender produtos complementares para o mesmo cliente. Por exemplo, conceder descontos em pares de meias para quem compra um sapato.

A segunda estratégia é o up-selling, que consiste em ofertar ao consumidor produtos de maior valor em relação ao item que ele está habituado a comprar (ou que tinha a intenção de comprar). É uma maneira de encorajar o cliente a gastar um pouco mais, em troca de melhor retorno de benefícios.

Como calcular: faturamento bruto/número de vendas

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/financas/glossario-do-empreendedor-indicadores-financeiros

Fonte:

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Distrato comercial não impede ações



É da Justiça do Trabalho a competência para examinar a controvérsia sobre vínculo

Uma recente decisão do TST entendeu que um distrato de contrato de representação comercial firmado na Justiça Comum não impede o ajuizamento de ação na Justiça do Trabalho.

O caso se referia aos embargos de uma empresa que não reconhecia o vínculo empregatício com uma vendedora contratada mediante a constituição de uma representação comercial e que sempre trabalhou de forma subordinada.

A jurisprudência do TST tem se posicionado no sentido de que a transação extrajudicial homologada na Justiça Comum não implica em coisa julgada na Justiça Especializada, notadamente porque é da Justiça do Trabalho a competência para examinar a controvérsia acerca da existência ou não do vínculo empregatício.

Ainda que o acordo firmado na Justiça Cível possa ter validade para as partes – pessoas jurídicas –, no tocante à resolução do contrato, não se poderia dar quitação ou prever a descaracterização do eventual vínculo empregatício existente entre as partes. A existência ou a inexistência dos requisitos do artigo 3º da CLT (subordinação, habitualidade, onerosidade e pessoalidade) sempre poderá ser discutida em ação própria e perante a Justiça do Trabalho.

A homologação de acordo perante o Juízo Cível, mediante o qual se rescinde contrato de representação comercial e se reconhece incidentalmente a inexistência de vínculo de emprego, com o pagamento de comissões devidas, não faz coisa julgada perante o Juízo Trabalhista, competente para a análise do preenchimento dos requisitos previstos nos artigos 2º e 3º da CLT.

Além disso, havendo a dúvida sobre a existência (ou não) de vínculo de emprego, um acordo, ainda que homologado pelo Juízo Cível, não pode afastar a possibilidade de análise pela Justiça do Trabalho, conforme dispõe a Constituição Federal.

Nos embargos, a empresa também sustentou que a vendedora era parte na ação de homologação e, portanto, deveria ser aplicada a teoria de identidade da relação jurídica, que prevê que um novo processo deve ser extinto quando se tratar do mesmo pedido em face da mesma pessoa no processo primitivo, o que é incabível, uma vez que a transação extrajudicial homologada na Justiça Comum não implica em coisa julgada na Justiça Especializada. Não faz coisa julgada ato praticado por juízo incompetente.

Link: https://www.dci.com.br/legislacao/distrato-comercial-n-o-impede-ac-es-1.747878

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36251

Dólar inicia semana em queda de 2,40%; Bolsa sobe 4,57%



Votação expressiva de Jair Bolsonaro e o fato de seu partido, o PSL, conseguir a segunda maior base na Câmara, o que aumenta a possibilidade de, se eleito, avançar com as reformas, ajudaram a fortalecer a moeda brasileira, de acordo com operadores

O dólar à vista fechou a segunda-feira (8/10), no menor nível em dois meses, cotado em R$ 3,7635, com queda de 2,40%.

O resultado do primeiro turno das eleições animou os investidores.

A votação expressiva de Jair Bolsonaro e o fato de seu partido, o PSL, conseguir a segunda maior base na Câmara, o que aumenta a possibilidade de, se eleito, avançar com as reformas, ajudaram a fortalecer o real, de acordo com operadores. O real teve nesta segunda o melhor desempenho ante o dólarconsiderando uma cesta de moeda dos principais mercados emergentes.

Profissionais de câmbio ressaltam que a entrada de dólares no mercado brasileiro, com estrangeiros procurando ações com potencial de valorização na bolsa, e a continuidade do movimento de redução de posições no mercado futuro de câmbio explicam a forte queda da moeda.

O dólar teve comportamento misto no exterior, subindo ante o euro e as moedas de alguns países emergentes, como o México e a África do Sul.

O JPMorgan aumentou a recomendação para o real e vê o rali no mercado de câmbio como justificado, considerando que a nova composição do Congresso tende a favorecer a governabilidade de um eventual governo de Bolsonaro.

O banco e outros agentes, porém, recomendam cautela para as próximas semanas, pois os mercados vão aguardar as pesquisas de intenção de voto com ansiedade e ainda monitorar, após o segundo turno, o cenário para o avanço das reformas.

"A força de Bolsonaro aumenta a chance de reformas pró-mercados", avalia o economista sênior da consultoria inglesa Pantheon Macroeconomics, Andrés Abadia.

Ele ressalta que tanto a Câmara como o Senado ficaram mais de "centro-direita". Isso, aliado aos recentes apoios conquistados por Bolsonaro, que incluem os evangélicos e a Frente Parlamentar da Agropecuária, ajuda a animar ainda mais os investidores, completa Abadia. Ele prevê que o dólar pode terminar o ano em R$ 3,55.

Na avaliação do diretor da Wagner Investimentos, José Faria Junior, modelos mostram que a moeda americana pode cair para a faixa de R$ 3,65 no curto prazo.

Ele ressalta que nesta segunda a divisa chegou na casa dos R$ 3,75, patamar próximo ao que estava na época da forte intervenção do Banco Central via contratos de swaps e também quando Geraldo Alckmin fechou acordo com o Centrão.

BOLSA

Os 16 pontos percentuais de vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT) no primeiro turno da eleição presidencial também abriram espaço para uma corrida dos investidores ao mercado de ações nesta segunda-feira.

Como resultado de uma visão mais otimista em relação ao próximo governo, o Índice Bovespa teve alta de 4,57%, aos 86.083 pontos, maior nível desde 16 de maio e maior alta em mais de dois anos. O rali fez a B3 registrar o maior volume financeiro nominal da sua história, com R$ 28,9 bilhões.

Além de precificar a maior chance de vitória de Bolsonaro, o mercado repercutiu a composição do Congresso, considerada mais favorável a alianças de centro-direita, que propiciem a execução de uma agenda reformista. Assim, quase todos os setores econômicos representados na bolsa terminaram o dia em alta.

Entre as exceções ficaram ações de empresas exportadoras, refletindo a forte queda do dólar ante o real, devido ao impacto negativo nos seus caixas.

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/financas/dolar-inicia-semana-em-queda-de-2-40-bolsa-sobe-4-57

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36250

Paradigma Remoto – Novas Definições Para Equiparação Salarial a Partir da Reforma Trabalhista



O paradigma remoto é aquele empregado que, como modelo, foi o primeiro elo das sucessivas equiparações salariais que desencadearam sucessivas condenações da empresa a equiparar os salários de vários empregados que, em função da ligação entre el

O paradigma remoto é aquele empregado que, como modelo, foi o primeiro elo das sucessivas equiparações salariais que desencadearam sucessivas condenações da empresa a equiparar os salários de vários empregados que, em função da ligação entre eles, acabaram fazendo prova da existência da equiparação salarial em cadeia, quais sejam:

a) A identidade de funções exercidas pelo reclamante atual e o paradigma remoto;

b) Mesma perfeição técnica e produtividade do paradigma matriz.

O fato de haver uma diferença de tempo de serviço na função superior a 2 (dois) anos entre o reclamante e os paradigmas remotos ou, ainda, de estes não terem convivido nem exercido simultaneamente essa função, não obstavam o direito à equiparação salarial do autor com seus paradigmas imediatos, em relação aos quais houve comprovação das exigências estabelecidas em lei.

Entretanto, a reforma trabalhista (Lei 13.467/2017) incluiu o §5º no art. 461 da CLT, dispondo que “a equiparação salarial só será possível entre empregados contemporâneos no cargo ou na função, ficando vedada a indicação de paradigmas remotos, ainda que o paradigma contemporâneo tenha obtido a vantagem em ação judicial própria“.

Portanto, a partir da reforma trabalhista a equiparação salarial só será possível entre empregados contemporâneos no cargo ou na função, desde que fique comprovado, entre o empregado reclamante e o paradigma direto, a identidade de funções, a mesma perfeição técnica, e ainda:

Além das condições acima mencionadas, a partir da reforma é vedada a indicação de paradigma remoto, ainda que o paradigma contemporâneo tenha obtido a vantagem em ação judicial própria.

As regras acima dispostas não prevalecerão quando o empregador tiver pessoal organizado em quadro de carreira ou adotar, por meio de norma interna da empresa ou de negociação coletiva, plano de cargos e salários, dispensada qualquer forma de homologação ou registro em órgão público.

Portanto, a exigência anterior à Reforma Trabalhista de se ter o quadro de carreiras homologado junto ao Ministério do Trabalho, a partir de nov/17 não se faz mais necessário.

Link: https://trabalhista.blog/2018/10/09/paradigma-remoto-novas-definicoes-para-equiparacao-salarial-a-partir-da-reforma-trabalhista/

Fonte:

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http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36249

Confiança das micro e pequenas se mantém estável



Maioria dos empresários de menor porte está otimista com o futuro, mas as disputas eleitorais ainda geram incerteza e tem evitado que a confiança deslanche

O índice de confiança dos micro e pequenos empresários ficou em 51,0 pontos em setembro ante os 51,1 pontos registrados em agosto, o que mostra que a proximidade com as eleições não alterou a visão dos empresários.

Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o Indicador de Condições Gerais, que avalia a percepção dos últimos meses, ficou em 39,8 pontos e o Indicador de Expectativas, que projeta um horizonte futuro de seis meses, marcou 59,4 pontos.

“Os dados mostram que a maioria dos empresários de menor porte está otimista com o futuro, mas ainda em compasso de espera. Alguns indicadores macroeconômicos apresentam sinais de melhora, mas as disputas eleitorais sempre geram incerteza. Isso faz com que a confiança não deslanche, mas também não retroceda aos patamares do auge da crise”, disse o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

A pesquisa indica ainda que, para 53% dos micro e pequenos empresários, a economia piorou nos últimos seis meses. Aqueles que notaram melhora nesse período foram 17%. Quando analisam o desempenho do próprio negócio, 24% avaliaram que sua empresa avançou e 36% disseram que piorou.

A queda das vendas foi a principal razão para essa piora entre 77% dos entrevistados. O aumento dos preços da matéria-prima e dos produtos foi citado por 30% e 10% disseram ter sentido as consequências da inadimplência de seus clientes. Já entre os que observaram melhora nos negócios, 61% disseram ter vendido mais no período e 23% atribuem a uma melhora da gestão da empresa.

FUTURO

Pelo menos 57% dos empresários disse estar confiante com o futuro do próprio negócio, dos quais 29% atribuíram isso a uma boa gestão do negócio e 27% não souberam apontar a razão de seu otimismo. Já no sentido contrário, os pessimistas são 11%.

Quando questionados sobre as perspectivas quanto à economia, 36% estão confiantes, mas, destes, 47% não sabem apontar os motivos. Outros 21% apostam no mercado consumidor e 21% esperam um cenário político mais favorável. Os pessimistas chegam a 24%, principalmente por causa de incertezas políticas (65,6%).

DESEMPENHO

Para 39% dos micro e pequenos empresários, o resultado das vendas foi satisfatório em agosto, e 46% acreditam em aumento do faturamento nos próximos seis meses. O levantamento mostrou que 39% consideram ter tido um bom desempenho de vendas. Para 41%, o resultado foi regular e 18% avaliam como ruim ou péssimo.

Em relação às perspectivas para os próximos seis meses, a maior parte acredita que o faturamento irá crescer (46%) e apenas 4% apostam em queda na receita, enquanto 42% esperam um faturamento igual.

Entre os que acreditam em crescimento do faturamento, 32% atribuem a perspectiva a novas estratégias de vendas; 31% não têm uma razão concreta; 24% apostam na diversificação do portfólio de produtos para ampliar a receita e 19% pretendem investir na melhoria da gestão.

“O segundo semestre tem datas comemorativas importantes para o varejo que devem aquecer as vendas. É natural perceber esse otimismo com relação ao faturamento", disse o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa mostrou também que 43% conseguiram fazer alguma melhoria no negócio nos últimos seis meses, contra 56% que não conseguiram. Entre as melhorias destacadas estão a compra de equipamentos (34%), a reforma da empresa (32%), a ampliação do estoque (28%), a qualificação da mão de obra (14%) e a ampliação do portfólio de produtos (13%).

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/economia/confianca-das-micro-e-pequenas-se-mantem-estavel

Fonte:

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.


http://www.cntdrs.com.br/menu/boletim/noticias_nova/not.php?id_cliente=359&id=36240

O futuro das empresas passa pela excelência no atendimento ao cliente



A transformação digital é um caminho sem volta, que permite avaliar situações rapidamente, evitar problemas de maneira preditiva e agilizar a tomada de decisões

Num mundo cada vez mais volátil, dinâmico e incerto, a experiência do cliente tornou-se uma prerrogativa inquestionável para as empresas que querem se manter competitivas e com índices de reputação que as coloquem numa posição diferenciada. Além de equipes altamente qualificadas, as empresas, independente do segmento que atuam, precisam aliar a criatividade dos colaboradores – diferencial que jamais será substituído pelas máquinas – com tecnologias de ponta que permitam ganhar agilidade nos processos, reduzir erros e gerar interações mais eficientes.

No setor de transportes e logística, a automação tornou-se uma das tendências mais impactantes, seja para gerenciar o transporte de cargas até o local de destino, que pode ser um centro de distribuição ou um terminal portuário, seja para monitorar os contêineres e manter a qualidade de determinados produtos exatamente da maneira que saíram de uma determinada localidade. Há empresas que contam com tecnologias sofisticadas para garantir a hibernação da fruta para que ela chegue na Europa da mesma forma que deixou o Brasil, ampliando o tempo de prateleira.

A transformação digital é um caminho sem volta, que permite avaliar situações rapidamente, evitar problemas de maneira preditiva e agilizar a tomada de decisões. Tudo isso impacta no atendimento ao cliente, na forma como ele avalia a experiência e na reputação de uma marca. Por isso, o foco no atendimento ao cliente deve ser uma prioridade das organizações que desejam sobreviver num mercado em que a inovação, a mudança de mindset e o crescimento exponencial soam como “mantras” no ambiente corporativo.

Nesta nova economia 4.0, o cliente sempre tem razão e quer soluções e feedbacks rápidos. Para compreender suas necessidades e oferecer um atendimento que realmente o surpreenda, empresas como a Aliança Navegação e Logística e a Hamburg Süd contam com uma área de Customer Service, formada por profissionais qualificados e que colocam o cliente no “centro”.

Segundo avaliação interna realizada no primeiro semestre, o tempo médio de espera (TME) até o cliente ser atendido é de 10 segundos. O índice referente ao volume confirmado de bookings (reservas de espaço nos contêineres) é de quase 100% (99,4%), sendo que a confirmação da reserva é realizada em até 4h em 91% dos casos. Já a produtividade no atendimento telefônico chega a 99% tanto na importação quanto na exportação.

O ponto mais importante neste processo é compreender as necessidades do cliente e oferecer soluções personalizadas. Quando se trabalha com várias verticais de mercado, o ideal é contar com equipes especializadas para cada segmento, que conheçam todos os detalhes da cadeia logística e como viabilizar a intermodalidade de maneira bem-sucedida, com periodicidade e segurança.

A implementação de um ecossistema de atendimento multicanal é essencial para disponibilizar as informações que os clientes necessitam, nos canais que eles desejam, preferencialmente em tempo real – ou quase isso. Assim como o pré-venda, o pós-venda precisa ser consultivo e amigável, mantendo o mesmo nível de excelência que será fundamental para fidelizar o cliente.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/o-futuro-das-empresas-passa-pela-excelencia-no-atendimento-ao-cliente/126634/

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É possível acelerar a retomada em 2019. Como?



O Brasil escolhe hoje um novo presidente com um cenário favorável para o crescimento, ainda que a oportunidade tenha sido aberta por um quadro econômico perverso: dois anos de recessão profunda seguidos de outros dois de promessas frustradas.

O Brasil escolhe hoje um novo presidente com um cenário favorável para o crescimento, ainda que a oportunidade tenha sido aberta por um quadro econômico perverso: dois anos de recessão profunda seguidos de outros dois de promessas frustradas.

Com juro e inflação baixos, mão de obra disponível e capacidade ociosa, há chance de que o País cresça além de seu potencial médio - de cerca de 2% ao ano -a partir de 2019.

Mas, para a recuperação não ficar de novo na intenção, economistas dizem que o novo ocupante do Palácio do Planalto tem uma tarefa urgente: definir a solução para o déficit fiscal já no primeiro semestre.

Endereçar medidas de corte de gastos que amenizem o rombo nas contas públicas - o que deve passar pela reforma da Previdência - é a única forma de tirar o setor produtivo do atual estado de torpor.

"Todo mundo concorda que a agenda de reformas na área fiscal é essencial e daria ao País espaço para crescer", diz Mário Mesquita, economista-chefe do Itaú Unibanco.

Parece simples, mas não é: as condições para a recuperação estão dadas desde 2017, mas tirar do papel a ideia de controle de gastos tem sido o desafio. Neste ano, as previsões para a expansão do PIB chegaram a 3%, mas agora estão em pouco mais de 1%.

A chance de usar o pós-crise como alavanca de crescimento exige uma política econômica clara, diz Samuel Pessôa, pesquisador do Ibre/FGV.

Ele vê a questão fiscal como prioridade zero. E, como a solução terá de passar por uma costura política habilidosa do novo presidente, ele recomenda que o trabalho comece a ser feito ainda em 2018, para que o País ganhe tempo precioso em 2019.

"A verdade é que, nos últimos dois anos, os políticos resolveram fazer greve", diz Pessôa.

"O Congresso quer se abster de arbitrar o conflito de distribuir riquezas e fazer o Estado brasileiro caber dentro da própria capacidade."

O cronômetro para que o presidente eleito apresente solução viável para as contas públicas será disparado assim que o resultado das urnas for revelado, reitera Simão Silber, professor da FEA/USP.

E, ainda que o rombo do setor público não supere os R$ 120 bilhões este ano - abaixo da "meta negativa" de até R$ 163 bilhões -, o Planalto precisará dar um recado claro sobre a capacidade de pagar sua dívida antes de agosto do ano que vem, quando o Orçamento de 2020 deve seguir ao Congresso. "O primeiro semestre será decisivo para o Brasil."

É só a partir da solução de problemas estruturais que o País poderá ir além da recuperação do que a economia perdeu durante a recessão, afirma o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper.

"Hoje, o cenário de crescimento é, na realidade, a recuperação do que perdemos. A chance de ampliarmos o crescimento sustentável, ao longo de vários anos, é muito baixa."

Link: https://dcomercio.com.br/categoria/economia/e-possivel-acelerar-a-retomada-em-2019-como

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Bons administradores cultivam bons hábitos



Segundo um estado da prestigiada Kellogg School of Management, muitos empregadores estão usando os hobbies e interesses de um candidato como um indicador-chave de adequação à cultura e aos valores da empresa.

Vamos combinar: por mais sedentos por trabalho que sejamos, nós administradores precisamos cultivar bons hábitos para equilibrar o nosso corpo e a nossa mente. Embora administrar uma empresa exija que se passe excessivas horas no escritório, sacrificando inclusive finais de semana e feriados, saiba que mesmo os executivos mais ocupados do planeta reservam um tempo para atividades que não envolvam seu trabalho. O que muitos não percebem, entretanto, é que certos hobbies podem influenciar de maneira decisiva em suas carreiras.

Segundo um estado da prestigiada Kellogg School of Management, muitos empregadores estão usando os hobbies e interesses de um candidato como um indicador-chave de adequação à cultura e aos valores da empresa. De fato, muitos desses empregadores indicaram que os hobbies e interesses do candidato eram tão importantes, se não mais, do que suas qualificações e experiência. Aqui vão alguns bons hábitos que trarão muitos benefícios aos administradores.

Esporte de resistência

Esportes como corrida, ciclismo e natação exigem que seu praticante tenha tenacidade, perseverança e motivação. Essas três qualidades, adaptadas à vida profissional, são fundamentais para os profissionais que trabalham com vendas ou desenvolvimento de negócios. Além de tudo, a prática de esporte gera uma mudança imediata no bem-estar da pessoa, influenciando positivamente o estado mental e psicológico.

Atividades de alto risco

Atividades como montanhismo, corridas de mountain bike e sky diving desenvolvem a vontade constante em superar os limites e ensinam muito sobre como correr riscos de forma bem calculada. Essas qualidades são fundamentais para administradores que se encontram em papéis de liderança de pensamento ou em funções de liderança de produto e/ou departamento. A carga de adrenalina liberada durante a prática dessas atividades também pode servir como um motor para o entusiasmo do profissional.

Interesses criativos

Hobbies como cozinhar, pintar e fotografar são atividades artísticas que nos auxiliam a desenvolver uma mente cada vez mais criativa. Já falamos por aqui sobre como esses hobbies ajudam a destravar a criatividade e nos tornar mais inovadores. Tais atividades são muito recomendadas para os administradores que trabalham em setores dinâmicos e indústrias, executando funções de marketing, relações-públicas e design.

Esportes coletivos

Esportes coletivos como futebol, vôlei e basquete atuam com extrema eficácia na nossa capacidade de trabalhar junto a diversos atores em busca de um objetivo comum. Respeito ao próximo e trabalho em equipe são os benefícios principais. Embora essa seja uma qualidade desejável na maioria dos setores, pode ser especialmente útil em ambientes baseados em equipe.

Esportes mentais

Um interesse em esportes mentais como xadrez, gamão ou poker instigam seu praticante a pensar de forma estratégica. A cada dia, várias decisões difíceis serão postas na mesa. O poker, por exemplo, um dos hobbies cada vez mais difundidos entre administradores, pode nos ensinar muito a como lidar com esses riscos. O esporte requer habilidades como força psicológica, raciocínio lógico e coragem, qualidades essenciais a um administrador de sucesso. Esse tipo de força é desejável para posições em que a formulação de estratégias seja central para o trabalho, como um papel baseado em planejamento.

Escrita

Escrever talvez seja o hobby mais fácil de ser praticado. Seja através da poesia, de contos ou até mesmo publicando suas produções num blog pessoal, a atividade estimula a criatividade e a capacidade de comunicação. Expor suas ideias num papel de forma clara pode ser extremamente útil na rotina de um administrador.

Um diferencial fundamental para os profissionais que lidam com cargos editoriais, relações-públicas com ênfase em comunicações ou mídia social.Leitura, museus, teatro

O interesse em atividades baseadas em aprendizado alimentam a nossa fome de conhecimento, uma habilidade que inevitavelmente nos faz crescer. O contato com a literatura, e não apenas a empresarial, é importantíssima para o administrador aumentar o seu repertório de ideias e referências. O mesmo se dá com visitas a museus, espetáculos teatrais e demais atividades culturais. Para o administrador que trabalha em posições de pesquisa intensiva, não há nada melhor.

Envolvimento em grupos comunitários

Dedicar o tempo livre a atividades comunitárias exercita a nossa vontade de colaborar com os outros. Às vezes, tudo o que um administrador precisa é se colocar no lugar do próximo para ajustar suas percepções e expandir sua visão empresarial. Isso é um grande diferencial para quem quer ser visto como apto a assumir papéis gerenciais.

É importante, entretanto, notar que se um hobby o torna infeliz, você provavelmente não deve fazê-lo. Tudo o que fazemos fora do trabalho precisa, obrigatoriamente, nos dar prazer e uma sensação de bem-estar. Afinal, são os bons hábitos que fazem os bons administradores.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/bons-administradores-cultivam-bons-habitos/126650/

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